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Resumo diário das maiores movimentações da B3, com base em notícias

segunda-feira, 20 de abril de 2026

Maiores Altas
ONCO3ONCOCLINICAS
+8,86%

20 de abril de 2026

R$ 1,58R$ 1,72·Saúde

ONCO3 avança 8,86% com empréstimo de emergência e liminar que blindou dívidas

BHIA3CASAS BAHIA
+6,74%

CASAS BAHIA sobe 6,74% no setor de consumo cíclico

R$ 2,67R$ 2,85·Consumo Cíclico

Casas Bahia (BHIA3) sobe 6,74% em ambiente de recomposição narrativa: parcerias digitais e reestruturação de capital sustentam o rali

SBSP3SABESP
+4,36%

SABESP sobe 4,36% no setor de utilidade pública

R$ 168,68R$ 176,04·Utilidade Pública

SBSP3 dispara 4,36% após JP Morgan elevar preço-alvo a R$ 200

BRAV3BRAVA
+4,35%

BRAV3 sobe 4,35% em 20/04: AGO, reservas recordes e perfuração impulsionam papel

R$ 19,55R$ 20,40·Petróleo Gás e Biocombustíveis

A Brava Energia (BRAV3) fechou o pregão de 20 de abril com alta de 4,35%, cotada a R$ 20,40, impulsionada pela aprovação, na mesma data, de dividendos mínimos obrigatórios referentes ao exercício de 2025 — R$ 0,1236 por ação, totalizando R$ 57,4 milhões. Têm direito aos proventos os acionistas posicionados até o próprio dia 20. A partir de 22 de abril, o papel passa a ser negociado ex-dividendos, com pagamento previsto para 1º de maio. A decisão, com base em notícias divulgadas pelo Money Times, SpaceMoney e Visno Invest, marca o retorno da companhia à distribuição de proventos — evento que o mercado aguardava desde a fusão entre 3R Petroleum e Enauta, concluída em 2024.

HBOR3HELBOR
+4,24%

HBOR3 avança 4,24% com mercado relendo parceria bilionária com Cyrela e perspectiva de desalavancagem

R$ 2,36R$ 2,46

A incorporadora Helbor anunciou, em 20 de março, acordo com a Cyrela para o desenvolvimento de um empreendimento residencial do programa Minha Casa, Minha Vida com VGV de R$ 1,5 bilhão, na cidade de São Paulo. Com base em notícias que circularam na imprensa financeira desde então, o mercado passou a reler o impacto da operação sobre o balanço da companhia — e a valorização de 4,24% registrada em 20 de abril reflete esse processo de reavaliação gradual do papel.

Maiores Baixas
DXCO3DEXCO
-3,74%

DXCO3 cai 3,74% com peso da alavancagem e margens comprimidas

R$ 5,89R$ 5,67·Materiais Básicos

A Dexco figurou entre as maiores baixas da bolsa após a publicação do balanço de 2025 , e a pressão sobre o papel não arrefeceu. Na sessão desta segunda-feira, 20 de abril, DXCO3 cedeu 3,74%, fechando a R$ 5,67 — movimento sustentado por três vetores simultâneos: deterioração dos fundamentos operacionais, estrutura de capital pesada e revisão negativa por parte de banco de investimento. Com base em notícias de fontes institucionais e de imprensa financeira, o quadro é consistente e não pontual.

BRSR6BANRISUL
-3,30%

Banco norte-americano aponta estrutura de custos pesada, ROE comprimido e risco no contrato com o governo gaúcho como vetores centrais da revisão

R$ 16,65R$ 16,10·Financeiro

Banrisul (BRSR6) recua 3,3% após JPMorgan rebaixar papel para underweight

HBSA3HIDROVIAS
-2,91%

HBSA3 recua 2,91% em sessão de pressão sobre papéis de infraestrutura logística

R$ 3,78R$ 3,67·Bens Industriais

HBSA3 encerrou o pregão de 20 de abril de 2026 com queda de 2,91%, saindo de R$ 3,78 para R$ 3,67 — movimento que reflete a combinação de pressão técnica semanal e o rastro de um balanço anual ainda no vermelho. Com base em notícias e dados de mercado disponíveis, o papel já acumulava queda de 5,71% em relação à semana anterior , sinalizando que a sessão do dia 20 não foi evento isolado, mas continuação de um fluxo vendedor de curto prazo.

ECOR3ECORODOVIAS
-2,34%

• ECOR3 fecha a R$10,01, queda de 2,34% no pregão de 20/04/2026.

R$ 10,25R$ 10,01

ECOR3 cede 2,34% com alavancagem no radar e lucro pressionado no balanço recente

CEAB3CEA MODAS
-2,19%

C&A recua -2,19% e acumula correção técnica em meio a juros altos e demanda fraca no varejo de moda

R$ 13,27R$ 12,98·Consumo Cíclico

CEAB3 encerrou o pregão de 20 de abril em queda de -2,19%, cotada a R$ 12,98 — extensão de um ciclo de pressão que já consome 13,62% do valor do papel no mês. Com base em notícias e dados de mercado, o movimento reflete a combinação de fundamentos operacionais fracos sinalizados pela própria companhia e um ambiente macroeconômico que segue hostil ao consumo discricionário.