No 1T2026, a VIVEO gerou receita de R$ 2,83 bi, mas enfrentou dificuldades operacionais e financeiras significativas.
No 1T2026, a VIVEO gerou receita de R$ 2,83 bi, mas enfrentou dificuldades operacionais e financeiras significativas. O EBITDA de R$ 118,9 mi resultou em margem de apenas 4,2% — muito abaixo do potencial do setor —, e a empresa registrou prejuízo líquido de R$ 57,0 mi, pressionada por despesas financeiras elevadas de R$ 172,9 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre reflete uma empresa operacionalmente frágil e sobrecarregada de custos financeiros.
No 4T2025, a VIVEO registrou receita de R$ 3,13 bi, mas apresentou lucro líquido negativo de -R$ 78,3 mi, impactado por despesas financeiras de R$ 189,0 mi que superaram o EBITDA de R$ 123,4 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre isolado reflete pressão operacional severa, apesar da receita robusta.
No 3T2025, a VIVEO apresentou receita de R$ 2,83 bi com EBITDA de R$ 299,4 mi (margem de 10,6%) e lucro líquido de R$ 226,9 mi (margem de 8,0%). A empresa demonstra solidez operacional no trimestre, com geração de caixa robusta e dívida líquida negativa (caixa líquido de R$ 1,09 bi), refletindo posição financeira confortável.
No 2T2025, a VIVEO gerou receita de R$ 2,82 bi com EBITDA de R$ 99,5 mi (margem de 3,5%), porém apresentou prejuízo líquido de R$ 71,4 mi impulsionado por despesas financeiras elevadas (R$ 157,7 mi). Com base nos números apresentados, a saúde operacional é frágil: o EBITDA cobre menos da metade dos juros pagos, e a empresa queimou caixa no resultado final apesar de gerar fluxo operacional positivo.
No 1T2025, a VIVEO gerou receita de R$ 2,78 bi, mas enfrentou desafios operacionais significativos: a margem EBITDA de 2,8% está muito abaixo da mediana setorial de 9,5%, e o resultado líquido foi negativo em R$ 58,9 mi (-2,1% da receita), impulsionado por despesas financeiras elevadas de R$ 101,5 mi. Apesar da posição de caixa forte (R$ 5,16 bi), a empresa não gera lucro suficiente para cobrir seus custos de capital, sinalizando pressão operacional.
No 4T2024, a VIVEO enfrentou uma crise operacional severa: receita de R$ 2,92 bi não foi suficiente para cobrir custos, resultando em EBITDA negativo de R$ 676,4 mi (margem de -23,2%) e prejuízo líquido de R$ 1,09 bi. Apesar de manter caixa robusto de R$ 5,27 bi, a empresa está queimando capital operacionalmente e distante da rentabilidade.
No 3T2024, a VIVEO registrou receita de R$ 2,95 bi, mas gerou EBITDA negativo de R$ 69,4 mi (margem de -2,4%) e lucro líquido negativo de R$ 237,7 mi. A empresa está em situação operacional e financeira desafiadora, com despesas financeiras altas consumindo o resultado.
No 2T2024, a VIVEO apresentou receita forte de R$ 2,75 bi, mas gerou EBITDA muito baixo (1,3% de margem) e lucro líquido negativo de R$ 87,7 mi. O resultado foi prejudicado por despesas financeiras elevadas (R$ 166 mi), que superaram o lucro operacional. Com base nos números apresentados, o trimestre reflete uma empresa operacionalmente fraca e fortemente impactada por custos financeiros.
No 1T2024, a VIVEO apresentou receita de R$ 2,96 bi, mas com margens operacionais significativamente comprimidas: EBITDA de apenas R$ 73,0 mi (2,5% da receita) e lucro líquido praticamente nulo de R$ 3,0 mi (0,1%). O resultado foi severamente prejudicado por despesas financeiras de R$ 112,8 mi, que ultrapassaram o lucro operacional, levando a um LAIR negativo. Com base nos números apresentados, o trimestre revela uma empresa com operações rentáveis em receita, mas sufocada por custos financeiros e estruturais.
No 4T2023, a VIVEO registrou receita de R$ 2,91 bi com EBITDA de R$ 126,9 mi (margem de 4,4%), refletindo pressão operacional em um trimestre desafiador. Apesar de lucro líquido positivo de R$ 261,2 mi, o resultado foi impulsionado por efeitos não-operacionais, enquanto a margem EBITDA ficou significativamente abaixo da mediana do setor (12,2%). Balanço sólido com caixa de R$ 5,97 bi, mas cobertura de juros fraca (1,3x) sinaliza vulnerabilidade.
No 3T2023, a VIVEO faturou R$ 2,84 bi com EBITDA de R$ 177,6 mi (margem de 6,2%), mas o resultado líquido foi praticamente nulo (R$ 6,3 mi, margem de 0,2%) devido a despesas financeiras de R$ 146,3 mi que consumiram quase toda a geração operacional. Com base nos números apresentados, o trimestre revela uma operação com receita robusta, mas severamente impactada pelo custo da dívida.
No 2T2023, a VIVEO registrou receita de R$ 2,53 bi com margem EBITDA de 7,7%, mas o lucro líquido foi severamente impactado por despesas financeiras de R$ 137,8 mi, resultando em margem líquida de apenas 2,2%. Com base nos números apresentados, a empresa opera com rentabilidade modesta e pressão financeira significativa.
No 1T2023, a VIVEO gerou receita de R$ 2,80 bi com EBITDA de R$ 155,9 mi, mas a margem EBITDA de 5,6% ficou significativamente abaixo da mediana do setor (10,0%), indicando baixa eficiência operacional. O resultado líquido de R$ 36,9 mi foi impactado por despesas financeiras elevadas de R$ 125,7 mi, refletindo o peso da dívida bruta de R$ 3,21 bi. Com base nos números apresentados, a empresa apresenta posição de caixa robusta (R$ 5,06 bi) que mascara uma situação operacional desafiadora.