No 1T2026, a Vibra gerou receita de R$ 48 bi com EBITDA de R$ 2,93 bi e lucro líquido de R$ 1,61 bi, demonstrando operação sólida e geração de caixa.
No 1T2026, a Vibra gerou receita de R$ 48 bi com EBITDA de R$ 2,93 bi e lucro líquido de R$ 1,61 bi, demonstrando operação sólida e geração de caixa. Com base nos números apresentados, a empresa apresenta saúde financeira positiva, sustentada por posição de caixa forte (R$ 25,83 bi) e dívida líquida negativa, sinalizando capacidade de investimento e retorno aos acionistas.
No 4T2025, a Vibra gerou receita de R$ 50,33 bi com EBITDA de R$ 2,09 bi (margem de 4,2%), refletindo a natureza de baixa margem do negócio de distribuição de combustíveis. O lucro líquido de R$ 679 mi (margem de 1,4%) foi pressionado por despesas financeiras de R$ 504 mi, mas a empresa mantém solidez patrimonial com dívida líquida mínima (R$ 303 mi) e caixa robusto de R$ 22,91 bi. Com base nos números apresentados, o trimestre revela uma empresa operacionalmente estável, porém significativamente menos rentável que a mediana do seu setor.
No 3T2025, a Vibra registrou receita de R$ 48,34 bi com margem EBITDA de 4,2% e lucro líquido de R$ 407 mi (margem de 0,8%). A empresa mantém estrutura patrimonial sólida com dívida líquida baixa (0,3x EBITDA) e caixa robusto de R$ 24,31 bi, mas enfrenta compressão de margens e resultado financeiro negativo de R$ 647 mi. Veredicto: situação operacional estável, porém com pressão no resultado final.
No 2T2025, a Vibra registrou receita de R$ 45,55 bi com margem EBITDA de 3,4% e lucro líquido de R$ 292 mi (margem de 0,6%). A empresa opera com margens muito reduzidas comparadas ao setor, mas mantém solidez patrimonial com dívida líquida baixa (0,9x EBITDA) e caixa robusto de R$ 24 bi. O desempenho está abaixo do esperado para o setor.
No 1T2025, a Vibra gerou receita de R$ 44,86 bi com EBITDA de R$ 1,78 bi, mas suas margens operacionais (4,0% de EBITDA e 1,3% líquida) ficaram significativamente abaixo da mediana do setor, sinalizando pressão de custos e menor eficiência relativa. O resultado líquido de R$ 601 mi foi pressionado por despesas financeiras de R$ 671 mi, reduzindo o lucro final — com base nos números apresentados, o trimestre revela uma operação em escala, mas com rentabilidade limitada.
No 4T2024, a Vibra reportou receita de R$ 44,29 bi com EBITDA de R$ 880 mi (margem de 2,0%), resultado limitado pela natureza de sua operação de distribuição. O lucro líquido foi de R$ 510 mi (margem de 1,1%), e a empresa mantém posição de caixa robusta (R$ 25,84 bi), gerando uma dívida líquida negativa de R$ 5,03 bi. Com base nos números apresentados, o trimestre reflete uma empresa operacionalmente sólida com excelente saúde financeira e caixa abundante.
No 3T2024, a Vibra registrou receita de R$ 46,27 bi com EBITDA de R$ 6,08 bi (margem de 13,1%) e lucro líquido de R$ 4,20 bi (9,1% de margem). Com base nos números apresentados, o trimestre isolado foi sólido em rentabilidade, impulsionado por bom desempenho operacional e resultado financeiro positivo, consolidando a empresa como competitiva em seu setor.
No 2T2024, a Vibra gerou receita de R$ 42,11 bi com EBITDA de R$ 1,50 bi (margem de 3,6%) e lucro líquido de R$ 867 mi. A empresa mantém solidez financeira com caixa robusto de R$ 24,76 bi e dívida líquida negativa (posição de caixa líquido), apesar das margens operacionais comprimidas pelo ambiente de preços baixos no setor de combustíveis. Veredicto: empresa operacionalmente saudável, mas com margens muito abaixo da média do setor.
No 1T2024, a Vibra gerou receita de R$ 39,60 bi com EBITDA de R$ 1,70 bi, mas suas margens operacionais (4,3% de EBITDA) ficaram muito abaixo da mediana do setor (24,7%), sinalizando uma estrutura de negócio ou ciclo menos favorável. O lucro líquido de R$ 789 mi reflete pressão de juros e impostos, resultando em margem de apenas 2,0%. Com base nos números apresentados, a empresa mostrou operação com resultado positivo, mas com rentabilidade reduzida comparada aos pares.
No 4T2023, a Vibra apresentou receita de R$ 43,66 bi com EBITDA de R$ 5,06 bi (margem de 11,6%), refletindo forte desempenho operacional no trimestre. A empresa encerrou o período com caixa robusto de R$ 23,60 bi e dívida líquida negativa (caixa líquido de R$ 8,08 bi), indicando saúde financeira sólida e capacidade de investimento. O lucro líquido de R$ 3,30 bi (margem de 7,5%) consolida um trimestre positivo, embora com margens inferiores à mediana do setor.
No 3T2023, a Vibra registrou receita de R$ 43,06 bi com EBITDA de R$ 2,50 bi (margem de 5,8%), gerando lucro líquido de R$ 1,25 bi. Com base nos números apresentados, o trimestre isolado mostra uma empresa rentável, mas operando com margens comprimidas pela volatilidade do setor de petróleo e combustíveis.
No 2T2023, a Vibra registrou receita de R$ 37,18 bi, mas com margens operacionais muito comprimidas: EBITDA de apenas 2,1% e margem líquida de 0,4%. O resultado financeiro negativo (-R$ 341 mi) consumiu boa parte do lucro operacional, deixando a empresa com lucro líquido de R$ 133 mi. Com base nos números apresentados, o desempenho revela uma empresa sob pressão de custos e endividamento, apesar do caixa robusto.
No 1T2023, a Vibra gerou receita de R$ 39,04 bi, mas com margens operacionais muito comprimidas: apenas 1,5% de margem EBITDA e 0,2% de margem líquida, resultando em lucro líquido de apenas R$ 81 mi. Apesar da receita volumosa, a lucratividade foi praticamente inexistente no período isolado.