No 1T2026, a UCAS registrou receita de R$ 40,9 mi com margem bruta saudável de 24,5%, mas não conseguiu converter isso em lucro operacional: o EBITDA foi negativo em R$ 6,7 mi (-16,2% da receita) e o lucro líquido ficou em -R$ 7,1 mi.
No 1T2026, a UCAS registrou receita de R$ 40,9 mi com margem bruta saudável de 24,5%, mas não conseguiu converter isso em lucro operacional: o EBITDA foi negativo em R$ 6,7 mi (-16,2% da receita) e o lucro líquido ficou em -R$ 7,1 mi. Com base nos números apresentados, a empresa passou por um trimestre operacionalmente desafiador, apesar de manter caixa robusto de R$ 110,4 mi.
No 4T2025, a UCAS registrou receita de R$ 65,7 mi com margem bruta saudável de 32,1%, mas não conseguiu converter isso em lucro: o EBITDA ficou negativo em R$ 1,3 mi (-1,9%) e a empresa fechou o trimestre com prejuízo líquido de R$ 3,0 mi. O resultado revela pressão operacional significativa apesar da receita adequada, sinalizando desafio na gestão de custos.
No 3T2025, a UCAS registrou receita de R$ 66,6 mi com margem bruta saudável de 32,7%, mas enfrentou severas dificuldades operacionais: o EBITDA foi praticamente zero (R$ 224 mil, margem de 0,3%) e a empresa fechou o trimestre com prejuízo líquido de R$ 947 mil. Com base nos números apresentados, a saúde financeira do trimestre é frágil, apesar da posição de caixa robusta.
No 2T2025, a UCAS gerou receita de R$ 63,6 mi com margem bruta saudável de 30,8%, mas o EBITDA de apenas R$ 1,6 mi (margem de 2,5%) e prejuízo líquido de R$ 2,2 mi revelam estrutura de custos operacionais elevada e despesas financeiras significativas. A empresa está operacionalmente frágil, apesar de manter caixa robusto de R$ 106,2 mi.
No 1T2025, a UCAS apresentou receita de R$ 43,0 mi com margem bruta saudável de 27,3%, mas o EBITDA foi negativo em R$ 4,2 mi (-9,8%), sinalizando que os custos operacionais superaram a capacidade de geração de caixa. O resultado líquido foi negativo em R$ 5,4 mi, refletindo perdas operacionais e despesas financeiras. Com base nos números apresentados, o trimestre foi desafiador do ponto de vista operacional.
No 4T2024, a UCAS apresentou receita de R$ 64,5 mi com margem bruta saudável de 35,7%, mas o EBITDA colapsou para apenas 1,3% da receita (R$ 845 mil), sinalizando pressão operacional severa no trimestre. O lucro líquido de R$ 6,2 mi (9,7% de margem) foi suportado por ganhos financeiros, não pela operação. Com base nos números apresentados, o trimestre isolado reflete fragilidade operacional mascarada por resultado financeiro positivo.
No 3T2024, a Unicasa apresentou receita de R$ 58,7 mi com margem bruta saudável de 38,2%, mas o EBITDA colapsou para apenas R$ 826 mil (margem de 1,4%), refletindo custos operacionais elevados que comprometem a geração de caixa. O lucro líquido foi mínimo (R$ 191 mil, margem de 0,3%), indicando dificuldades operacionais severas no trimestre isolado.
No 2T2024, a UCAS gerou receita de R$ 56,3 mi com margem EBITDA de 7,6% e lucro líquido de R$ 3,2 mi, refletindo um trimestre operacionalmente modesto. A empresa mantém posição de caixa robusta (R$ 105,8 mi) e dívida líquida negativa, sinalizando solidez patrimonial, mas a rentabilidade e as margens operacionais ficam abaixo do setor.
No 1T2024, a UCAS gerou receita de R$ 47,1 mi com margem bruta saudável de 39,6%, mas o EBITDA ficou muito fraco em R$ 1,6 mi (margem de apenas 3,4%), sinalizando custos operacionais elevados que comprometem a rentabilidade. A empresa encerrou o trimestre com posição de caixa muito confortável (R$ 131,8 mi), o que mascara uma geração operacional fraca. Com base nos números apresentados, o trimestre revela uma empresa com bom controle de custos de produção, mas com gestão operacional e financeira desafiadora.
No 4T2023, a UCAS registrou receita de R$ 58,9 mi com margem bruta saudável de 37%, mas o EBITDA de apenas R$ 793 mil (1,4% da receita) evidencia pressão operacional severa, com lucro líquido de R$ 6,5 mi impulsionado principalmente por resultado financeiro positivo e não pela operação. Com base nos números apresentados, o trimestre isolado reflete uma empresa com receita e margin bruta adequadas, mas com eficiência operacional comprometida.
No 3T2023, a Unicasa apresentou receita de R$ 58,8 mi com EBITDA de R$ 4,9 mi (margem de 8,3%), gerando lucro líquido de R$ 3,9 mi. A empresa mantém posição financeira sólida com caixa de R$ 97,0 mi e dívida líquida negativa (ou seja, mais caixa do que dívida), indicando saúde patrimonial, porém o desempenho operacional fica abaixo da mediana do setor em rentabilidade e geração de EBITDA.
No 2T2023, a Unicasa gerou receita de R$ 51,0 mi com margem bruta saudável de 33%, mas o EBITDA de apenas R$ 638 mil (1,2% de margem) revela pressão operacional severa — a empresa gasta muito com despesas gerais e de vendas. Apesar disso, mantém caixa robusto de R$ 93,6 mi e dívida líquida negativa (ou seja, tem mais dinheiro do que deve), sinalizando solidez patrimonial; porém, a rentabilidade de 2,5% ao ano é fraca.
No 1T2023, a UCAS apresentou receita de R$ 48,7 mi com lucro líquido de R$ 3,5 mi, refletindo operações estáveis. Porém, a margem EBITDA de 5,0% ficou significativamente abaixo da mediana setorial de 10,1%, indicando eficiência operacional limitada. Com base nos números apresentados, a empresa demonstra solidez patrimonial (caixa de R$ 127,4 mi e dívida líquida negativa), mas enfrenta pressão na geração de caixa operacional.