No 1T2026, a Tigre registrou receita de R$ 1,05 bi com EBITDA de R$ 112,2 mi (margem de 10,7%), demonstrando capacidade operacional moderada.
No 1T2026, a Tigre registrou receita de R$ 1,05 bi com EBITDA de R$ 112,2 mi (margem de 10,7%), demonstrando capacidade operacional moderada. O lucro líquido de R$ 44,5 mi (margem de 4,2%) foi pressionado por despesas financeiras de R$ 65,8 mi, refletindo o custo elevado da dívida bruta de R$ 1,50 bi. Com base nos números apresentados, a empresa mantém solidez patrimonial (caixa de R$ 2,68 bi), mas enfrenta desafio no resultado final devido ao endividamento.
No 4T2025, a Tigre apresentou um trimestre robusto com receita de R$ 1,23 bi e margem EBITDA de 20,6%, refletindo operações eficientes. O lucro líquido atingiu R$ 155,6 mi com margem de 12,6%, indicando controle de custos e resultado financeiro positivo. Com base nos números apresentados, o trimestre isolado foi saudável.
No 3T2025, a Tigre apresentou receita de R$ 1,34 bi com EBITDA de R$ 210,7 mi (margem de 15,7%), resultado robusto impulsionado por margens brutas saudáveis de 43,3%. Porém, despesas financeiras elevadas (R$ 70 mi) comprimem o lucro líquido para R$ 79,5 mi (5,9% de margem). Com base nos números apresentados, o trimestre mostra operação sólida, mas encargos financeiros significativos limitam a rentabilidade final.
No 2T2025, a Tigre gerou receita de R$ 1,22 bi com margem bruta sólida de 41,3%, mas o EBITDA de R$ 137,3 mi (11,2% de margem) foi insuficiente para cobrir despesas financeiras de R$ 154,9 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 21,6 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre revela um negócio operacional rentável ofuscado por uma carga financeira expressiva.
No 1T2025, a Tigre gerou receita de R$ 1,13 bi com margem bruta sólida de 38,5%, mas o EBITDA de apenas R$ 66,4 mi (5,9% de margem) evidencia pressão operacional. O resultado foi negativo (-R$ 21,1 mi de lucro líquido) impulsionado por despesas financeiras de R$ 90,2 mi, que superaram o lucro operacional. Com base nos números apresentados, o trimestre reflete uma empresa rentável em operações, mas sobrecarregada por dívida.
No 4T2024, a Tigre enfrentou um trimestre desafiador com receita de R$ 1,32 bi e margens operacionais saudáveis (EBITDA de 7,4%), mas foi devastada por despesas financeiras de R$ 122,7 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 88,0 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre reflete dificuldades no gerenciamento de custos financeiros que comprometem a lucratividade final, apesar da operação gerar caixa.
No 3T2024, a Tigre registrou receita de R$ 1,34 bi com EBITDA de R$ 131,8 mi (margem de 9,8%), demonstrando operações estáveis. Porém, o resultado financeiro negativo de R$ 75,6 mi levou a um prejuízo líquido de R$ 112,5 mi, prejudicado por despesas tributárias elevadas. Com base nos números apresentados, o trimestre reflete operações rentáveis, mas fortemente impactado por custos financeiros e fiscais.
No 2T2024, a Tigre gerou receita de R$ 1,14 bi com margem bruta saudável de 38%, mas o EBITDA de R$ 89,2 mi (7,8% de margem) foi consumido por despesas financeiras de R$ 62,9 mi, resultando em lucro líquido de apenas R$ 9,3 mi (0,8% de margem). Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta pressão operacional moderada, compensada por caixa robusto de R$ 2,52 bi e dívida líquida negativa.
No 1T2024, a Tigre gerou receita de R$ 1,02 bi com EBITDA de R$ 105,1 mi (margem de 10,3%), mas o resultado final foi severamente impactado por despesas financeiras de R$ 92,3 mi, resultando em lucro líquido de apenas R$ 5,3 mi (0,5% de margem). Com base nos números apresentados, a empresa possui posição de caixa sólida (R$ 2,43 bi) que compensa a dívida bruta, mas o custo financeiro elevado reduz dramaticamente a lucratividade operacional.
No 4T2023, a Tigre apresentou receita de R$ 1,14 bi com margem bruta saudável de 39,7%, mas o EBITDA de R$ 69,8 mi revelou margem operacional enfraquecida (6,1%), pressionada por despesas financeiras severas de R$ 71,0 mi que geraram prejuízo antes de impostos. O lucro líquido de R$ 73,3 mi foi resgatado por recuperação fiscal, indicando operação frágil mascarada por benefício tributário.
No 3T2023, a Tigre apresentou receita de R$ 1,26 bi com EBITDA de R$ 182,9 mi (margem de 14,5%), refletindo operações estáveis. O lucro líquido foi de R$ 67,0 mi (5,3% da receita), impactado por despesas financeiras de R$ 66,9 mi. Com base nos números apresentados, a empresa demonstra solidez operacional, mas enfrenta pressão financeira significativa.
No 2T2023, a Tigre registrou receita de R$ 1,29 bi com margem EBITDA de 13,1%, gerando R$ 168,3 mi em caixa operacional. O lucro líquido de R$ 44,2 mi (margem 3,4%) foi pressionado por despesas financeiras de R$ 68,7 mi, refletindo o custo da alavancagem. Com base nos números apresentados, a operação é saudável, mas o resultado final é modesto devido ao peso dos juros.
No 1T2023, a Tigre gerou receita de R$ 1,21 bi com margem bruta de 40,0%, demonstrando boa eficiência operacional. Contudo, o EBITDA de R$ 143,6 mi (margem de 11,9%) reflete pressões de custos operacionais, e o resultado financeiro negativo de R$ 36,5 mi reduziu significativamente o lucro líquido para R$ 88,1 mi (7,3% de margem). Com base nos números apresentados, o trimestre mostra operações estáveis, mas com rentabilidade afetada pelo custo da dívida.