No 1T2026, a Transbrasil registrou receita de R$ 79,5 milhões com margem bruta de 18%, gerando EBITDA de R$ 8,0 milhões (margem de 10,1%).
No 1T2026, a Transbrasil registrou receita de R$ 79,5 milhões com margem bruta de 18%, gerando EBITDA de R$ 8,0 milhões (margem de 10,1%). Porém, despesas financeiras de R$ 17,5 milhões consumiram todo o resultado operacional, levando a um prejuízo líquido de R$ 12,4 milhões (margem de -15,6%). A empresa está operacionalmente funcional, mas fortemente penalizada pela estrutura de dívida.
No 3T2025, a Transbrasil apresentou receita de R$ 74,1 mi com EBITDA de R$ 21,1 mi (margem de 28,4%), demonstrando operações rentáveis no trimestre isolado. Porém, despesas financeiras de R$ 16,4 mi consumiram praticamente todo o lucro operacional, resultando em lucro líquido de apenas R$ 3,8 mi (5,1% de margem). Com base nos números apresentados, o trimestre revela uma empresa com operação saudável, mas fortemente pressionada pelo endividamento.
No 2T2025, a Transbrasil registrou receita de R$ 61,5 mi com margem EBITDA saudável de 23,7%, gerando R$ 14,6 mi em caixa operacional. Porém, despesas financeiras de R$ 17,2 mi consumiram todo o lucro operacional, resultando em prejuízo líquido de R$ 2,7 mi. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta pressão severa do serviço da dívida, mesmo gerando operações positivas.
No 1T2025, a Transbrasil registrou receita de R$ 64,5 mi com margem bruta saudável de 35,3%, mas não conseguiu converter isso em lucro operacional: o EBITDA foi negativo em R$ 6,6 mi (-10,2%), refletindo custos operacionais elevados. O resultado financeiro ruim (-R$ 19,1 mi) e o lucro líquido de -R$ 18,2 mi (-28,2% da receita) indicam uma empresa em dificuldade severa, com veredicto geral negativo.