No 1T2026, a Simpar apresentou receita líquida negativa de R$ 244,0 mi, refletindo uma estrutura operacional atípica para uma holding de participações.
No 1T2026, a Simpar apresentou receita líquida negativa de R$ 244,0 mi, refletindo uma estrutura operacional atípica para uma holding de participações. O resultado líquido foi negativo em R$ 174,1 mi, parcialmente mitigado por um resultado financeiro positivo de R$ 69,8 mi. Com base nos números apresentados, a empresa atravessa um período de desafio operacional significativo.
No 3T2025, a SIMH gerou receita de R$ 11,39 bi com EBITDA de R$ 1,80 bi (margem de 15,8%), mas foi fortemente impactada por despesas financeiras de R$ 2,11 bi, resultando em prejuízo líquido de R$ 238 mi. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta desafio estrutural: gera caixa operacional relevante, mas o peso da dívida (R$ 57,44 bi) consome os lucros, sinalizando modelo financeiro sob pressão.
No 2T2025, a Simpar gerou receita de R$ 10,61 bi com EBITDA de R$ 1,86 bi (margem de 17,5%), mas registrou prejuízo líquido de R$ 42,9 mi devido a despesas financeiras de R$ 1,97 bi, que superaram o lucro operacional. A empresa está sob pressão financeira, com dívida líquida de R$ 29,63 bi (16x o EBITDA) e cobertura de juros abaixo do saudável (0,9x).
No 1T2025, a Simpar apresentou receita de R$ 10,53 bi com EBITDA de R$ 1,79 bi (margem de 17,0%), mas foi impactada por despesas financeiras de R$ 1,81 bi, resultando em lucro líquido de apenas R$ 11,5 mi (margem de 0,1%). Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta desafios estruturais: a dívida bruta corresponde a 70,9% do ativo total e a alavancagem chega a 10,2x do patrimônio líquido, sinalizando um balanço muito alavancado.
No 4T2024, a SIMH registrou receita de R$ 10,74 bi com EBITDA de R$ 1,63 bi (margem de 15,1%), mas foi impactada por despesas financeiras de R$ 1,72 bi, resultando em prejuízo líquido de R$ 280,1 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre reflete pressão financeira severa apesar da operação gerar caixa.
No 3T2024, a Simpar gerou receita de R$ 10,87 bi com EBITDA de R$ 1,75 bi (margem de 16,1%), mas sofreu forte impacto de despesas financeiras de R$ 1,59 bi, reduzindo o lucro líquido a apenas R$ 125 mi (margem de 1,1%). A empresa enfrenta desafios estruturais: dívida líquida de R$ 27,45 bi representa 15,7x o EBITDA trimestral, e a cobertura de juros está frágil em 1,1x, sinalizando dificuldade para honrar compromissos financeiros com a geração operacional atual.
No 2T2024, a Simpar registrou receita de R$ 10,31 bi com EBITDA de R$ 1,75 bi (margem de 17%), demonstrando operações estáveis. Porém, despesas financeiras de R$ 1,51 bi comprimiram o lucro líquido para apenas R$ 158,8 mi (margem de 1,5%), refletindo o peso da alavancagem. A empresa está financeiramente pressionada, com cobertura de juros frágil (1,2x) e alavancagem muito acima da mediana do setor.
No 1T2024, a Simpar gerou receita de R$ 9,15 bi com EBITDA de R$ 1,58 bi (margem de 17,2%), mas o resultado foi fortemente impactado por despesas financeiras de R$ 1,48 bi, resultando em lucro líquido de apenas R$ 90,1 mi (margem de 1,0%). Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta pressão operacional significativa devido ao alto custo financeiro em relação à sua geração de caixa operacional.
No 4T2023, a Simpar apresentou receita de R$ 8,52 bi, mas sofreu com um resultado financeiro fortemente negativo de -R$ 1,54 bi, resultando em prejuízo líquido de R$ 718 mi. A margem EBITDA de 6,9% está muito abaixo da mediana setorial, sinalizando dificuldades operacionais e de gestão de custos.
No 3T2023, a SIMH gerou receita de R$ 8,32 bi com EBITDA de R$ 1,37 bi (margem de 16,4%), mas foi severamente prejudicada por despesas financeiras de R$ 1,56 bi, resultando em prejuízo líquido de R$ 110,6 mi. A empresa enfrenta desafios estruturais de alavancagem excessiva e cobertura de juros frágil.
No 2T2023, a Simpar gerou receita de R$ 7,56 bi com EBITDA de R$ 1,59 bi (margem de 21%), mas um resultado financeiro negativo de R$ 1,48 bi comprometeu o lucro líquido, que ficou em apenas R$ 99,9 mi (margem de 1,3%). A empresa enfrenta pressão financeira significativa apesar da geração operacional razoável.
No 1T2023, a SIMH registrou receita de R$ 7,44 bi com EBITDA de R$ 1,32 bi (margem de 17,7%), mas o resultado foi severamente impactado por despesas financeiras de R$ 1,31 bi, reduzindo o lucro líquido a apenas R$ 76,9 mi (margem de 1,0%). Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta desequilíbrio entre geração operacional e carga de juros, sinalizando pressão financeira no período.