No 1T2026, a SEGE apresentou receita de R$ 1,5 mi com EBITDA de R$ 194,4 mil (margem de 13,3%), mas enfrentou prejuízo líquido de R$ 149,4 mil (-10,2% de margem).
No 1T2026, a SEGE apresentou receita de R$ 1,5 mi com EBITDA de R$ 194,4 mil (margem de 13,3%), mas enfrentou prejuízo líquido de R$ 149,4 mil (-10,2% de margem). A empresa gerou caixa operacional positivo, mas despesas financeiras elevadas converteram o resultado em perdas. Com base nos números apresentados, o trimestre reflete uma operação com geração de valor, porém fortemente pressionada por custos financeiros.
No 4T2025, a SEGE (Serena Ger) apresentou receita de R$ 5,70 bi com EBITDA de R$ 1,48 bi (margem de 25,9%), demonstrando operação estável no setor de utilidade pública. Porém, o lucro líquido foi apenas R$ 101,7 mi (margem de 1,8%) devido a despesas financeiras elevadas de R$ 555,7 mi, que comprimem significativamente o resultado final. Com base nos números apresentados, a empresa opera com solidez operacional, mas enfrenta pressão financeira que reduz a rentabilidade aos acionistas.
No 3T2025, a SEGE apresentou receita de R$ 1,8 mi com EBITDA de R$ 213,5 mi (margem de 12,2%), gerando lucro líquido de R$ 51,3 mi. Com base nos números apresentados, a empresa está operacionalmente geradora de caixa, mas enfrenta pressão significativa de despesas financeiras que reduzem drasticamente o lucro final para apenas 2,9% de margem.
No 2T2025, a Sege apresentou desempenho operacional sólido com receita de R$ 1,2 mi e margem EBITDA de 30,4%, mas o resultado foi corroído por despesas financeiras elevadas (R$ 142 mi), reduzindo o lucro líquido a apenas R$ 40,4 mil com margem de 3,3%. Com base nos números apresentados, a empresa gera caixa operacional robusto, mas está sob pressão financeira significativa.
No 1T2025, a SEGE apresentou receita sólida de R$ 997,5 mi com margem EBITDA de 26,9%, praticamente alinhada ao setor, mas foi penalizada por despesas financeiras elevadas de R$ 148,5 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 69,0 mi. Com base nos números apresentados, a empresa gera caixa operacional robusto, mas o endividamento excessivo deteriora o resultado final.
No 4T2024, a SEGE apresentou desempenho robusto com receita de R$ 3,76 bi e EBITDA de R$ 2,02 bi (margem de 53,6%), demonstrando forte capacidade de geração de caixa operacional. O lucro líquido atingiu R$ 684,1 mi com margem de 18,2%, apesar de despesas financeiras de R$ 528,8 mi. Com base nos números apresentados, a empresa encerra o trimestre em situação financeira saudável, com alavancagem moderada e rentabilidade superior à média do setor.
No 3T2024, a SEGE apresentou receita de R$ 951,3 mi com EBITDA de R$ 257,3 mi (margem de 27%), gerando lucro líquido de R$ 99,8 mi (margem de 10,5%). Com base nos números apresentados, a operação é saudável, mas a empresa carrega uma dívida líquida elevada que comprime significativamente o resultado financeiro.
No 2T2024, a SEGE registrou receita de R$ 658,9 mi com EBITDA de R$ 110,7 mi (margem de 16,8%), mas foi impactada por despesas financeiras elevadas de R$ 135,6 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 46,1 mi. A empresa enfrenta desequilíbrio entre sua geração operacional e seu custo financeiro, sinalizando pressão no curto prazo.
No 1T2024, a SEGE demonstrou um desempenho operacional robusto, com receita de R$ 609,2 mi e EBITDA de R$ 519,7 mi, gerando lucro líquido de R$ 249,7 mi. A margem EBITDA de 85,3% e margem líquida de 41,0% revelam uma operação altamente eficiente. No entanto, o resultado financeiro negativo de R$ 122,4 mi (consequência da dívida elevada) reduz a qualidade do lucro. Com base nos números apresentados, a empresa está financeiramente saudável operacionalmente, mas carrega uma alavancagem que merece atenção.
No 4T2023, a SEGE (Serena Ger) registrou receita de R$ 2,75 bi com EBITDA robusto de R$ 1,34 bi (margem de 48,6%), demonstrando forte geração operacional. Porém, despesas financeiras elevadas de R$ 502 mi comprimiram o lucro líquido para R$ 203 mi (7,4% de margem). Com base nos números apresentados, a empresa mostra operação saudável ofuscada por alavancagem moderada.
No 3T2023, a SEGE apresentou desempenho operacional robusto, com receita de R$ 768 mi e EBITDA de R$ 325 mi (margem de 42,3%), refletindo eficiência operacional acima da mediana do setor. Porém, o resultado financeiro negativo de R$ 108 mi comprimiu o lucro líquido para R$ 132 mi (margem de 17,2%), sinalizando pressão de endividamento. Com base nos números apresentados, o trimestre mostra operações sólidas ofuscadas por custos financeiros elevados.
No 2T2023, a SEGE apresentou receita de R$ 552 mi com EBITDA de R$ 101,5 mi (margem de 18,4%), refletindo operações estáveis em geração de caixa operacional. Contudo, a margem líquida negativa de -10,4% e um resultado financeiro positivo de R$ 148 mi — que salvou o trimestre — revelam que o lucro não vem da operação, mas de ganhos não-recorrentes. Com base nos números apresentados, o trimestre isolado mostra solidez operacional mascarada por fraqueza no resultado final.
No 1T2023, a SEGE gerou receita de R$ 553,1 mi com EBITDA de R$ 102,4 mi (margem de 18,5%), demonstrando capacidade operacional razoável. Porém, um resultado financeiro negativo de R$ 148,3 mi — causado por despesas financeiras elevadas — consumiu todo o lucro operacional, resultando em prejuízo líquido de R$ 57,7 mi. Com base nos números apresentados, a saúde financeira é frágil e preocupante.