No 1T2026, a Rumo S.A. apresentou receita de R$ 3,28 bi com margens operacionais robustas (EBITDA de 33,7% e EBIT de 32,3%), refletindo eficiência operacional.
No 1T2026, a Rumo S.A. apresentou receita de R$ 3,28 bi com margens operacionais robustas (EBITDA de 33,7% e EBIT de 32,3%), refletindo eficiência operacional. Porém, o resultado líquido foi severamente impactado por despesas financeiras de R$ 845,8 mi, resultando em lucro líquido de apenas R$ 97,7 mi (margem de 3,0%) e ROE praticamente nulo (0,7%). Com base nos números apresentados, a empresa opera com solidez operacional, mas enfrenta pressão financeira significativa devido ao alto endividamento.
No 4T2025, a Rumo S.A. apresentou receita de R$ 3,35 bi com EBITDA robusto de R$ 1,23 bi (margem de 36,8%), refletindo operações eficientes em sua base de ativos. Porém, despesas financeiras de R$ 722,4 mi comprimiram o lucro líquido para apenas R$ 213,1 mi (margem de 6,4%), revelando pressão da alavancagem sobre a rentabilidade final.
No 3T2025, a Rumo gerou receita de R$ 3,82 bi com EBITDA robusto de R$ 1,56 bi (40,8% de margem), mas um resultado financeiro negativo de R$ 836,7 mi comprimiu o lucro líquido para R$ 415,9 mi (10,9% de margem). Com base nos números apresentados, a empresa exibe operação forte, porém onerosa em termos de dívida.
No 2T2025, a Rumo apresentou receita de R$ 3,71 bi com EBITDA robusto de R$ 1,41 bi (margem de 37,9%), mas o resultado líquido ficou comprimido em R$ 333,3 mi (margem de 9,0%) devido a despesas financeiras elevadas de R$ 698,4 mi. Com base nos números apresentados, a empresa opera com margens operacionais fortes, porém carrega um peso significativo de dívida que reduz a lucratividade final.
No 1T2025, a Rumo S.A. gerou receita de R$ 2,97 bi com margens operacionais saudáveis (EBITDA de 28,3% e EBIT de 26,7%), mas foi prejudicada por despesas financeiras de R$ 767,7 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 97,2 mi. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta um desafio crítico: o custo da dívida consome quase toda a geração operacional, gerando um ROE negativo apesar da operação ser lucrativa.
No 4T2024, a Rumo S.A. registrou receita de R$ 3,46 bi com EBITDA de R$ 872,6 mi (margem de 25,2%), demonstrando operações sólidas. Contudo, um resultado financeiro negativo de R$ 735,3 mi resultou em lucro líquido negativo de R$ 259,4 mi, refletindo pressão de juros. Com base nos números apresentados, a empresa tem operações rentáveis, mas enfrenta desafios no serviço da dívida.
No 3T2024, a Rumo apresentou um trimestre operacionalmente robusto, com receita de R$ 3,75 bi e margem EBITDA de 45,0% — entre as melhores do setor. O lucro líquido alcançou R$ 684,5 mi, refletindo uma margem de 18,2%, resultado prejudicado por despesas financeiras elevadas de R$ 574,9 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre isolado foi saudável no core operacional, mas o endividamento pesado compromete a rentabilidade final.
No 2T2024, a Rumo apresentou receita de R$ 3,57 bi com margem bruta saudável de 49,4%, mas gerou EBITDA negativo de R$ 768,5 mi (-21,5% de margem), refletindo pressões operacionais severas. O resultado financeiro de -R$ 646,6 mi ampliou as perdas, levando a um prejuízo líquido de R$ 1,74 bi. Com base nos números apresentados, o trimestre foi crítico.
No 1T2024, a Rumo S.A. registrou receita de R$ 3,15 bilhões com EBITDA robusto de R$ 1,15 bilhão (margem de 36,6%), demonstrando forte geração operacional. Porém, o resultado financeiro negativo de R$ 621,1 milhões (juros altos) comprimiu o lucro líquido para R$ 368,3 milhões, revelando uma empresa operacionalmente saudável mas fortemente alavancada. Com base nos números apresentados, a empresa é operacionalmente competente, mas carrega uma dívida considerável que reduz a rentabilidade final.
No 4T2023, a Rumo gerou receita de R$ 2,62 bi com EBITDA robusto de R$ 822,6 mi (margem de 31,4%), mas o resultado foi severamente impactado por despesas financeiras de R$ 594,3 mi, reduzindo o lucro líquido a apenas R$ 1,1 mi (margem de 0,0%). A empresa apresenta estrutura operacional forte, mas alavancagem elevada que comprime significativamente a rentabilidade final.
No 3T2023, a Rumo apresentou receita de R$ 3,18 bi com EBITDA robusto de R$ 1,37 bi (margem de 43,2%), refletindo operações eficientes no transporte ferroviário. Porém, despesas financeiras elevadas (R$ 677,8 mi) comprimiram o lucro líquido para R$ 482,6 mi (margem de 15,2%), evidenciando pressão da alavancagem. Com base nos números apresentados, o trimestre isolado mostra operações sólidas, mas saúde financeira comprometida pelo peso da dívida.
No 2T2023, a Rumo gerou receita de R$ 2,76 bi com EBITDA robusto de R$ 972,7 mi (margem de 35,2%), demonstrando operação eficiente. Porém, o resultado financeiro negativo de R$ 675,9 mi (reflexo da alta dívida) comprometeu o lucro líquido em apenas R$ 167,2 mi, revelando empresa operacionalmente forte mas financeiramente alavancada.
No 1T2023, a Rumo S.A. gerou receita de R$ 2,38 bi com margem EBITDA de 29,7%, indicando forte capacidade operacional. Porém, o lucro líquido foi apenas R$ 71 mi (margem de 3,0%), pressionado por despesas financeiras de R$ 607,4 mi, revelando um descompasso entre a saúde operacional e a estrutura de dívida. Com base nos números apresentados, a empresa opera de forma sólida no cerne do negócio, mas carrega um peso financeiro significativo que reduz a lucratividade final.