No 1T2026, a Ouro Verde gerou uma receita de R$ 1,88 bi com EBITDA robusto de R$ 1,24 bi (margem de 66,2%), mas o resultado líquido foi negativo em R$ 22,8 mi (-1,2%) devido a despesas financeiras elevadas de R$ 385,9 mi.
No 1T2026, a Ouro Verde gerou uma receita de R$ 1,88 bi com EBITDA robusto de R$ 1,24 bi (margem de 66,2%), mas o resultado líquido foi negativo em R$ 22,8 mi (-1,2%) devido a despesas financeiras elevadas de R$ 385,9 mi. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta um paradoxo: operação forte, mas estrutura de dívida pesada que compromete a lucratividade.
No 4T2025, a Ouro Verde gerou receita de R$ 2,05 bi com EBITDA de R$ 3,64 bi, mas apresenta um padrão preocupante: o EBITDA supera a receita em 77%, indicando ajustes contábeis significativos que mascaramuma realidade operacional frágil. O lucro líquido foi irrisório (R$ 6,3 mi, margem de 0,3%), corroído por despesas financeiras de R$ 364 mi — praticamente toda a operação foi consumida pelo custo da dívida. Veredicto geral: saúde financeira frágil, apesar do caixa robusto.
No 3T2025, a OVSA gerou receita de R$ 1,96 bi com EBITDA de R$ 2,66 bi, mas enfrentou desafios significativos: a margem EBITDA anormalmente elevada (135,8%) sinaliza possível distorção contábil ou atividade não-recorrente, enquanto o resultado financeiro negativo de R$ 377,8 mi consumiu quase toda a geração operacional, deixando um lucro líquido irrisório de R$ 17,6 mi (0,9% de margem). Com base nos números apresentados, o trimestre revela uma empresa operacionalmente produtiva, mas financeiramente pressionada pela dívida.
No 2T2025, a Ouro Verde registrou receita de R$ 1,71 bi com EBITDA de R$ 1,75 bi, mas a margem EBITDA anormalmente alta (102,5%) sinaliza possível distorção contábil ou operacional. O lucro líquido foi irrisório (R$ 15,4 mi, margem de 0,9%), pressionado por despesas financeiras de R$ 349,8 mi. Com base nos números apresentados, o desempenho do trimestre isolado é frágil e dependente de ajustes não operacionais.
No 1T2025, a Ouro Verde gerou receita de R$ 1,63 bi com EBITDA robusto de R$ 962,2 mi (margem de 59,2%), mas sofreu perdas operacionais significativas — resultado financeiro negativo de R$ 331,7 mi levou a prejuízo líquido de R$ 37,5 mi. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta desafio crítico: apesar de operações lucrativas, o custo financeiro da dívida consome todo o resultado operacional.
No 4T2024, a Ouro Verde registrou receita de R$ 1,70 bi com margens operacionais saudáveis (EBIT de 18,8%), mas enfrentou despesas financeiras severas que reduziram o lucro líquido a apenas R$ 31,3 mi (1,8% de margem). A empresa encerra o ano com caixa robusto de R$ 5,17 bi, mas carrega dívida bruta de R$ 12,19 bi, criando um cenário de rentabilidade baixa apesar de operações competentes.
No 3T2024, a OURO VERDE apresentou receita de R$ 1,81 bi com EBITDA de R$ 2,40 bi, mas a margem EBITDA anormalmente alta (132,9%) sinaliza possível distorção contábil ou evento não recorrente. O lucro líquido foi apenas R$ 22,4 mi (1,2% de margem), comprimido por despesas financeiras de R$ 287 mi — veredicto geral: empresa operacionalmente fraca e altamente alavancada, apesar da receita robusta.
No 2T2024, a Ouro Verde registrou receita de R$ 1,67 bi com EBITDA robusto de R$ 1,62 bi (margem de 96,8%), mas o lucro líquido foi apenas R$ 34,6 mi (margem de 2,1%) devido a despesas financeiras de R$ 262,7 mi que consumiram quase toda a geração operacional. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta pressão de endividamento elevado (dívida bruta representa 72,2% do ativo) apesar da operação rentável, gerando um sentimento misto.
No 1T2024, a Ouro Verde apresentou receita de R$ 1,51 bi com EBITDA robusto de R$ 881,8 mi (margem de 58,4%), demonstrando forte geração operacional. No entanto, o lucro líquido foi praticamente nulo (R$ 12,2 mi, margem de 0,8%), eliminado por despesas financeiras de R$ 262,1 mi, reflexo de uma dívida bruta de R$ 9,97 bi. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta um dilema: operação saudável ofuscada por uma estrutura de capital muito alavancada.
No 4T2023, a Ouro Verde registrou receita de R$ 1,52 bi, mas enfrentou deterioração acentuada de rentabilidade, com EBITDA anormalmente elevado (106,3% de margem — acima de 100%, o que indica distorções contábeis) e prejuízo líquido de R$ 88,1 mi. A empresa carrega dívida pesada (R$ 9,67 bi) e cobertura de juros crítica (0,4x), sinalizando dificuldade para honrar despesas financeiras. Com base nos números apresentados, o trimestre isolado revela fragilidade operacional e financeira severa.
No 3T2023, a Ouro Verde registrou receita de R$ 1,51 bi com EBITDA de R$ 1,30 bi (margem de 86,4%), demonstrando forte geração operacional. Porém, o resultado financeiro negativo de R$ 241,4 mi comprimiu o lucro líquido para R$ 91,1 mi (margem de 6,0%), revelando pressão significativa dos juros sobre o resultado final. Com base nos números apresentados, a empresa opera com solidez operacional, mas enfrenta desafio importante no custo da dívida.
No 2T2023, a Ouro Verde apresentou receita de R$ 482,8 mi com EBITDA robusto de R$ 430,8 mi (margem de 89,2%), refletindo forte geração operacional. Porém, o resultado financeiro negativo de R$ 96,0 mi (despesas com juros e encargos) comprimiu o lucro líquido a R$ 56,4 mi (11,7% de margem), indicando que a dívida elevada pesa significativamente no resultado final.
No 1T2023, a Ouro Verde apresentou receita de R$ 450,6 mi com margens operacionais robustas (EBITDA de 37,0% e EBIT de 37,0%), gerando EBITDA de R$ 166,7 mi. Porém, o resultado financeiro negativo de R$ 100,9 mi — refletindo o peso da dívida — reduziu o lucro líquido a apenas R$ 42,3 mi (9,4% de margem). Com base nos números apresentados, a empresa demonstra forte operação, mas enfrrentamento significativo com a estrutura de capital.