No 1T2026, a Oncoclinicas apresenta uma situação financeira crítica.
No 1T2026, a Oncoclinicas apresenta uma situação financeira crítica. Apesar de gerar receita de R$ 1,16 bi, a empresa registra EBITDA negativo de R$ 130,7 mi (margem de -11,3%) e lucro líquido negativo de R$ 438,7 mi, refletindo perdas operacionais severas e custos financeiros elevados. A empresa está em distress operacional e patrimonial.
No 3T2025, a Onco registrou receita de R$ 1,41 bi com margem bruta saudável de 32,1%, mas apresentou EBITDA negativo de -R$ 1,43 bi e prejuízo líquido de -R$ 1,88 bi. Com base nos números apresentados, o trimestre reflete uma situação crítica: apesar da geração de receita operacional, a empresa não consegue cobrir seus custos operacionais e financeiros, acumulando perdas significativas.
No 2T2025, a Onco apresentou receita de R$ 1,46 bi com EBITDA de R$ 47 mi (margem de apenas 3,2%), mas foi fortemente impactada por despesas financeiras de R$ 175,1 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 142,3 mi. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta dificuldades operacionais e de estrutura de capital que comprometem sua rentabilidade.
No 1T2025, a OncoClinicas gerou receita de R$ 1.49 bi com margem bruta saudável de 27.6%, mas o EBITDA de apenas R$ 70.7 mi (4.7% da receita) foi insuficiente para cobrir despesas financeiras de R$ 148.2 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 132.0 mi. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta pressão severa na geração de caixa operacional, apesar de manter posição de caixa robusta de R$ 4.20 bi.
No 4T2024, a Onco apresentou receita de R$ 1,57 bi com margem bruta saudável de 32,1%, mas o EBITDA foi severamente negativo em -R$ 684,9 mi (-43,7%), resultando em prejuízo líquido de -R$ 759,2 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre isolado reflete uma empresa em crise operacional aguda, com perdas que consumiram praticamente todo o caixa acumulado.
No 3T2024, a Onco apresentou receita de R$ 1.63 bi com margens operacionais saudáveis (EBITDA de 12.2%), mas o lucro líquido colapsou para R$ 3.1 mi (margem de 0.2%) devido a despesas financeiras elevadas de R$ 141.8 mi, que consumiram quase todo o resultado operacional. A empresa está gerando caixa operacional, mas o endividamento está penalizando fortemente o resultado final.
No 2T2024, a Onco registrou receita de R$ 1,57 bi com EBITDA de R$ 220,2 mi (margem de 14,1%), demonstrando operação rentável no core business. Porém, despesas financeiras de R$ 179,4 mi comprimiram o lucro líquido para apenas R$ 19,1 mi (margem de 1,2%), revelando que o resultado final é severamente prejudicado pela estrutura de dívida. Com base nos números apresentados, a empresa gera caixa operacional sólido, mas o endividamento excessivo consome praticamente todo o lucro.
No 1T2024, a Onco apresentou receita de R$ 1,46 bi com margem EBITDA de 11,4%, abaixo da mediana setorial de 13,6%. O grande problema é o resultado financeiro negativo de R$ 191,9 mi, que consumiu todo o lucro operacional e deixou a empresa com lucro líquido mínimo de R$ 19,6 mi (margem de 1,3%). Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta desafios significativos na gestão de sua dívida e custos financeiros.
No 4T2023, a Onco registrou receita de R$ 1,43 bi com margem EBITDA de 13,2% e lucro líquido de R$ 87,0 mi (margem de 6,1%), resultado acima da mediana do setor. A empresa mantém solidez patrimonial com caixa de R$ 3,11 bi, mas carrega dívida líquida elevada de R$ 1,45 bi (7,7x o EBITDA do trimestre), sinalizando pressão financeira que consome resultado.
No 3T2023, a Onco gerou receita de R$ 1,40 bi com margem EBITDA de 13,7% e lucro líquido de R$ 149,3 mi, demonstrando operação saudável. Porém, o resultado financeiro negativo de R$ 146 mi (juros e despesas financeiras) comprimiu significativamente o lucro, reduzindo a margem líquida para 10,7%. Com base nos números apresentados, a empresa possui operação forte, mas está alavancada e sob pressão financeira.
No 2T2023, a OncoClinicas registrou receita de R$ 1,36 bi com EBITDA de R$ 192,3 mi (margem de 14,1%), gerando lucro líquido de R$ 35,0 mi apesar do elevado custo financeiro de R$ 117,1 mi. Com base nos números apresentados, a empresa apresenta operação saudável em geração de caixa operacional, mas sofre pressão significativa pela alavancagem de dívida.
No 1T2023, a Onco registrou receita de R$ 1,29 bi com EBITDA de R$ 208,8 mi (margem de 16,2%), desempenho acima da mediana do setor. Porém, um resultado financeiro negativo de R$ 133,8 mi (despesas com juros e refinanciamento) comprimiu o lucro líquido para apenas R$ 41,2 mi (3,2% de margem). O veredicto é misto: operação sólida, mas estrutura de dívida pesada limita o retorno aos acionistas.