No 1T2026, a MOVIDA registrou receita de R$ 3,78 bi com EBITDA robusto de R$ 2,41 bi (margem de 63,6%), mas o lucro líquido foi comprimido a apenas R$ 124,5 mi (3,3% de margem) devido ao custo financeiro elevado de R$ 753,8 mi.
No 1T2026, a MOVIDA registrou receita de R$ 3,78 bi com EBITDA robusto de R$ 2,41 bi (margem de 63,6%), mas o lucro líquido foi comprimido a apenas R$ 124,5 mi (3,3% de margem) devido ao custo financeiro elevado de R$ 753,8 mi. A empresa está operacionalmente saudável, mas muito alavancada.
No 4T2025, a Movida gerou receita de R$ 3,66 bi com EBITDA de R$ 7,29 bi, mas o lucro líquido foi modesto em R$ 102,3 mi devido a despesas financeiras elevadas de R$ 763,9 mi. Com base nos números apresentados, a empresa está operacionalmente saudável, mas fortemente alavancada.
No 3T2025, a MOVI apresentou receita de R$ 3,77 bi com EBITDA de R$ 5,81 bi, mas uma margem EBITDA anormalmente alta de 154,2% sinaliza possível distorção contábil ou metodologia não padrão. O resultado líquido de R$ 70 mi (margem de 1,9%) foi pressionado por despesas financeiras de R$ 795,3 mi, refletindo a alta alavancagem da empresa. Com base nos números apresentados, a rentabilidade operacional é forte, mas a carga de dívida limita significativamente o lucro final.
No 2T2025, a Movida gerou receita de R$ 3,68 bi com EBITDA de R$ 4,07 bi, refletindo um modelo de negócio que inclui receitas não-caixa. Porém, a margem líquida foi apenas 1,8%, prejudicada por despesas financeiras de R$ 694,1 mi, que consumiram quase todo o lucro operacional. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta pressão de alavancagem elevada (dívida líquida 2,9x EBITDA) e fraca cobertura de juros (1,1x), sinalizando vulnerabilidade financeira apesar da geração operacional robusta.
No 1T2025, a MOVI gerou receita de R$ 3,57 bi com EBITDA robusto de R$ 2,36 bi (margem de 66%), mas o lucro líquido foi apenas R$ 78,5 mi (2,2% de margem) porque despesas financeiras de R$ 655,2 mi consumiram quase todo o resultado operacional. Com base nos números apresentados, a empresa possui uma operação rentável, mas está muito alavancada e vulnerável a variações nas taxas de juros.
No 4T2024, a Movida registrou receita de R$ 3,25 bi com EBITDA de R$ 7,12 bi, mas apresenta um ponto crítico: a margem EBITDA de 219,2% é anormalmente elevada e indica possível anomalia nos dados ou estrutura contábil não típica do setor. O lucro líquido de R$ 62,2 mi reflete uma margem de apenas 1,9%, pressionada por despesas financeiras de R$ 606,7 mi — a empresa ganha muito operacionalmente, mas perde bastante ao pagar juros da dívida.
No 3T2024, a Movida registrou receita de R$ 3,78 bi com EBITDA de R$ 5,77 bi, mas a margem líquida de apenas 2,1% reflete o peso significativo das despesas financeiras (R$ 594,4 mi), que comprimiram o lucro para R$ 78,2 mi. Com base nos números apresentados, a empresa opera com alavancagem elevada e cobertura de juros frágil, sinalizando pressão financeira no trimestre isolado.
No 2T2024, a Movida registrou receita de R$ 3,44 bi com EBITDA de R$ 3,77 bi (margem de 109,8%), refletindo a natureza do negócio de aluguel de veículos, onde depreciação é uma despesa não-caixa relevante. Porém, o lucro líquido foi apenas R$ 42,5 mi (margem de 1,2%), pressionado por despesas financeiras de R$ 570,7 mi — a empresa gera caixa operacional robusto, mas arca com uma dívida muito pesada. Com base nos números apresentados, o trimestre mostra operações sólidas ofuscadas por alta alavancagem.
No 1T2024, a MOVIDA gerou receita de R$ 3.02 bi com EBITDA robusto de R$ 2.02 bi (margem de 66,9%), mas o resultado líquido foi apenas R$ 48.5 mi (1,6% de margem) devido a despesas financeiras altas de R$ 538.8 mi. Com base nos números apresentados, a empresa tem operações saudáveis, mas está fortemente alavancada e o lucro final fica muito reduzido pela dívida.
No 4T2023, a Movida registrou receita de R$ 2,49 bi com EBITDA robusto de R$ 4,46 bi (margem de 179%), mas enfrentou prejuízo líquido de R$ 588,3 mi devido a despesas financeiras elevadas de R$ 555,4 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre reflete um negócio operacional forte ofuscado por pressão financeira severa.
No 3T2023, a MOVIDA gerou receita de R$ 2,67 bi com EBITDA de R$ 4,07 bi, mas registrou prejuízo líquido de R$ 65,7 mi devido a despesas financeiras elevadas (R$ 542,7 mi). A empresa apresenta margens operacionais sólidas, mas é fortemente alavancada, com dívida líquida de 2,2x o EBITDA trimestral.
No 2T2023, a Movida gerou receita de R$ 2,48 bi com EBITDA de R$ 553,8 mi (margem de 22,3%), demonstrando operação rentável. Porém, despesas financeiras de R$ 525,6 mi (custo da dívida) consumiram toda a geração operacional, resultando em prejuízo líquido de R$ 17,9 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre revela uma empresa operacionalmente sólida, mas financeiramente pressionada pelo excesso de alavancagem.
No 1T2023, a Movida gerou receita de R$ 2,70 bi com EBITDA de R$ 518,3 mi (margem de 19,2%), demonstrando operações robustas. Porém, o resultado financeiro negativo de R$ 474,7 mi (custos de juros elevados) anulou quase todo o lucro operacional, resultando em um lucro líquido de apenas R$ 21,0 mi (margem de 0,8%). A empresa está operacionalmente saudável, mas financeiramente pressionada pela dívida.