No 1T2026, a Magalu registrou receita de R$ 9,21 bi com EBITDA de R$ 532,3 mi (margem de 5,8%), mas fechou o trimestre com prejuízo líquido de R$ 55,2 mi (-0,6% de margem).
No 1T2026, a Magalu registrou receita de R$ 9,21 bi com EBITDA de R$ 532,3 mi (margem de 5,8%), mas fechou o trimestre com prejuízo líquido de R$ 55,2 mi (-0,6% de margem). O resultado negativo foi impulsionado por despesas financeiras de R$ 568,7 mi, que superaram largamente o lucro operacional. Com base nos números apresentados, a empresa opera em situação desafiadora: gera caixa operacional adequado, mas sofre pressão financeira que compromete a lucratividade final.
No 4T2025, a Magalu registrou receita de R$ 11,15 bi com EBITDA de R$ 1,79 bi (margem de 16,0%), mantendo-se alinhada à mediana do setor. Porém, o lucro líquido foi modesto em R$ 131,6 mi (margem de apenas 1,2%), pressionado por despesas financeiras de R$ 572,5 mi. Com base nos números apresentados, a empresa encerra o trimestre com solidez de caixa, mas rentabilidade e cobertura de juros limitadas.
No 3T2025, a Magalu registrou receita de R$ 9,03 bi com margem EBITDA de 15,2%, acima da mediana do setor (17,1%), mas o resultado final foi severamente penalizado por despesas financeiras de R$ 488,1 mi, resultando em lucro líquido de apenas R$ 84,6 mi (margem de 0,9%). Com base nos números apresentados, a empresa mostra operação saudável, mas a alavancagem financeira corrói rentabilidade.
No 2T2025, a Magalu registrou receita de R$ 9,13 bi com margem EBITDA de 10,0%, mas enfrentou resultado financeiro negativo de R$ 495,6 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 24,4 mi. Apesar da solidez do caixa (R$ 19,22 bi), o elevado custo financeiro deteriorou o resultado final, sinalizando desafio operacional em um trimestre misto.
No 1T2025, a Magalu gerou receita de R$ 9,39 bi com margem EBITDA de 7,2%, abaixo da média do setor (11,1%), sinalizando menor eficiência operacional. O resultado líquido ficou praticamente zerado (R$ 12,8 mi, margem de 0,1%) devido a despesas financeiras elevadas de R$ 488,1 mi, que consumiram quase todo o lucro antes do imposto. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta pressão de rentabilidade no trimestre.
No 4T2024, a Magalu registrou receita de R$ 10,79 bi com margem EBITDA de 13,6%, abaixo da mediana do setor (15,0%), e lucro líquido de R$ 294,8 mi com margem de apenas 2,7%. A empresa terminou o trimestre com posição de caixa muito forte (R$ 19,55 bi), compensando uma dívida bruta moderada, mas o resultado foi pressionado por despesas financeiras elevadas. Veredicto: trimestre com receita robusta, mas rentabilidade e eficiência operacional abaixo das expectativas do mercado.
No 3T2024, a Magalu registrou receita de R$ 9,0 bi com EBITDA de R$ 1,07 bi (margem de 11,9%), resultado impactado por despesas financeiras elevadas de R$ 300,6 mi que comprimiram o lucro líquido a apenas R$ 102,4 mi (1,1% de margem). Com base nos números apresentados, a empresa opera com rentabilidade muito reduzida no trimestre, apesar de manter posição de caixa sólida.
No 2T2024, a Magaz Luiza registrou receita de R$ 9,01 bi com EBITDA de R$ 834,5 mi (9,3% de margem), refletindo operações estáveis mas comprimidas. O lucro líquido foi marginal (R$ 23,6 mi, 0,3%), pressionado por despesas financeiras de R$ 401,1 mi que consumiram a geração operacional. Com base nos números apresentados, o trimestre revela uma empresa com operações sólidas, mas fortemente impactada pelo custo da dívida.
No 1T2024, a Magalu registrou receita de R$ 9,24 bi com EBITDA de R$ 636,8 mi (margem de 6,9%), mas enfrentou um resultado financeiro negativo de R$ 383,4 mi que comprimiu o lucro líquido para apenas R$ 27,9 mi (margem de 0,3%). Com base nos números apresentados, o trimestre reflete uma operação com faturamento robusto, mas rentabilidade final muito fraca devido ao elevado peso das despesas financeiras.
No 4T2023, a Magalu registrou receita de R$ 10,55 bi com margem EBITDA de 14,6%, mas enfrentou pressão nos resultados operacional e líquido, gerando apenas R$ 212,2 mi de lucro (margem de 2,0%). A empresa mantém posição de caixa robusta (R$ 20,22 bi) e dívida líquida negativa, sinalizando solidez patrimonial, mas a fraca rentabilidade operacional e cobertura de juros limitada (1,1x) denotam desafios na geração de valor.
No 3T2023, a Magalu reportou receita de R$ 8,58 bi com margem bruta saudável de 23,6%, mas o EBITDA de R$ 393,1 mi (4,6% de margem) não foi suficiente para cobrir despesas financeiras, resultando em prejuízo líquido de R$ 498,3 mi. Com base nos números apresentados, a empresa enfrentou dificuldades operacionais e financeiras no trimestre.
No 2T2023, a Magalu registrou receita de R$ 8,57 bi com margem bruta sólida de 28,8%, mas o EBITDA de R$ 619,1 mi (7,2% da receita) não foi suficiente para cobrir despesas financeiras de R$ 532,1 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 301,7 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre reflete pressão operacional significativa e alto custo financeiro.
No 1T2023, a Magalu registrou receita de R$ 9,07 bi, mas com lucro líquido negativo de -R$ 391,2 mi, impulsionado por despesas financeiras elevadas de R$ 632,4 mi. A margem EBITDA de 3,8% é muito baixa comparada ao setor, sinalizando dificuldade operacional, embora a posição de caixa de R$ 18,18 bi ofereça alguma proteção. Com base nos números apresentados, o trimestre reflete uma empresa sob pressão operacional e financeira.