No 1T2026, a Marfrig apresentou receita robusta de R$ 39,45 bi, mas enfrentou desafios significativos na lucratividade.
No 1T2026, a Marfrig apresentou receita robusta de R$ 39,45 bi, mas enfrentou desafios significativos na lucratividade. O EBITDA de R$ 1,53 bi com margem de apenas 3,9% ficou muito abaixo da mediana setorial de 9,4%, sinalizando pressão de custos operacionais. O resultado líquido negativo de R$ 29,2 mi foi impulsionado por despesas financeiras elevadas (R$ 1,39 bi), que superaram até mesmo o EBIT, revelando uma estrutura de capital sobrecarregada. Veredicto: com base nos números apresentados, o trimestre mostrou operações fracas em rentabilidade e alavancagem preocupante.
No 4T2025, a Marfrig enfrentou dificuldades operacionais significativas: embora tenha gerado receita robusta de R$ 43,92 bi, o resultado foi prejudicado por despesas financeiras elevadas (R$ 2,12 bi), culminando em prejuízo líquido de R$ 42,5 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre reflete tensão na estrutura de capital e rentabilidade comprometida.
No 3T2025, a Marfrig registrou receita de R$ 41,95 bi com EBITDA de R$ 2,14 bi (margem de 5,1%), refletindo pressão em margens típica do setor de proteína. O lucro líquido de R$ 183,5 mi (margem de 0,4%) foi severamente impactado por despesas financeiras de R$ 1,43 bi, revelando um balanço patrimonial altamente alavancado. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta desafios estruturais de endividamento que consomem a maior parte do lucro operacional.
No 2T2025, a Marfrig gerou receita de R$ 38,69 bi com EBITDA de R$ 1,56 bi (margem de 4,0%), mas o resultado foi pressionado por despesas financeiras de R$ 1,44 bi, resultando em lucro líquido de apenas R$ 197,1 mi (margem de 0,5%). Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta desafios estruturais: margens operacionais frágeis e dívida elevada comprometem a rentabilidade.
No 1T2025, a Marfrig apresentou receita de R$ 39,41 bi com EBITDA de R$ 1,61 bi, resultando em margem EBITDA de 4,1% — significativamente abaixo da mediana setorial de 12,4%. O lucro líquido foi positivo (R$ 424,6 mi, margem 1,1%), mas sustentado principalmente por efeitos fiscais, já que o resultado operacional foi negativo. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta dificuldades de rentabilidade e alavancagem elevada.
No 4T2024, a Marfrig registrou receita de R$ 42,15 bi com EBITDA de R$ 2,62 bi (margem de 6,2%), refletindo pressão operacional e resultado financeiro negativo de R$ 1,81 bi que consumiu o lucro antes do imposto. Apesar disso, o lucro líquido fechou em R$ 2,73 bi (6,5% de margem), sustentado por reversão tributária. Com base nos números apresentados, o trimestre revela uma empresa operacionalmente fraca, mas com resultado contábil positivo graças a fatores não-operacionais.
No 3T2024, a Marfrig registrou receita de R$ 39.06 bi com EBITDA de R$ 2.93 bi (margem de 7.5%), gerando lucro líquido de R$ 481 mi. A empresa mantém posição sólida em caixa (R$ 54.57 bi), mas enfrenta pressão de despesas financeiras elevadas (R$ 1.34 bi), que consomem boa parte do lucro operacional. Com base nos números apresentados, o trimestre revela uma operação estável, porém desafiada pelo endividamento.
No 2T2024, a Marfrig gerou receita de R$ 36,06 bi com EBITDA de R$ 2,06 bi (margem de 5,7%), mas enfrentou pressão nos resultados devido a despesas financeiras de R$ 1,41 bi, resultando em lucro líquido de apenas R$ 502,5 mi (margem de 1,4%). A empresa mantém estrutura patrimonial sólida com caixa abundante, mas a cobertura de juros em 1,1x sinaliza aperto na geração operacional frente aos gastos financeiros.
No 1T2024, a Marfrig gerou receita de R$ 31,59 bi, mas enfrentou margens muito comprimidas, com EBITDA de apenas R$ 982,1 mi (3,1% de margem) e lucro líquido de R$ 168,0 mi (0,5% de margem). A empresa permanece com base de caixa forte (R$ 52,44 bi), porém a dívida bruta elevada (R$ 56,36 bi) e o resultado financeiro negativo (-R$ 972,5 mi) comprometem a rentabilidade. Com base nos números apresentados, o trimestre reflete pressão operacional significativa e dependência crítica de receita volumosa para gerar lucro.
No 4T2023, a Marfrig registrou receita de R$ 35,47 bi com EBITDA de R$ 2,98 bi (margem de 8,4%), mas o resultado foi severamente impactado por despesas financeiras de R$ 1,13 bi, resultando em lucro líquido de apenas R$ 147,5 mi (margem de 0,4%). Com base nos números apresentados, o trimestre isolado mostra uma operação com rentabilidade muito fraca.
No 3T2023, a Marfrig gerou receita de R$ 32,47 bi com EBITDA de R$ 2,78 bi (margem de 8,6%), mas enfrentou resultado financeiro negativo de R$ 1,13 bi que resultou em prejuízo líquido de R$ 379,7 mi. A empresa possui caixa robusto de R$ 54,07 bi e dívida líquida controlada (0,6x EBITDA), mas a frágil cobertura de juros (0,5x) e margens operacionais abaixo do setor indicam pressão competitiva.
No 2T2023, a Marfrig registrou receita sólida de R$ 32,51 bi, mas enfrentou margens operacionais comprimidas: EBITDA de R$ 1,88 bi (margem de 5,8%) não foi suficiente para cobrir despesas financeiras elevadas de R$ 1,82 bi, resultando em prejuízo líquido de R$ 1,82 bi. Com base nos números apresentados, o trimestre reflete pressão financeira severa apesar do volume de vendas.
No 1T2023, a Marfrig enfrentou um trimestre desafiador, com receita bruta de R$ 31,76 bi, mas EBITDA muito reduzido (R$ 668,7 mi, margem de apenas 2,1%) e resultado financeiro severamente negativo (-R$ 1,52 bi), levando a um prejuízo líquido de R$ 1,57 bi. Com base nos números apresentados, o trimestre reflete pressão operacional significativa e custos financeiros muito elevados em relação ao que a empresa gera.