No 1T2026, a INBD apresentou uma receita sólida de R$ 81,3 mi com margem bruta robusta de 76%, mas foi severamente impactada por despesas financeiras de R$ 25,3 mi, resultando em um prejuízo líquido de R$ 24,7 mi (-30,4% de margem).
No 1T2026, a INBD apresentou uma receita sólida de R$ 81,3 mi com margem bruta robusta de 76%, mas foi severamente impactada por despesas financeiras de R$ 25,3 mi, resultando em um prejuízo líquido de R$ 24,7 mi (-30,4% de margem). Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta uma crise de rentabilidade operacional e sustentabilidade financeira, apesar da força nas vendas.
No 3T2025, a Inbrands apresentou receita sólida de R$ 107,4 mi com margem bruta robusta de 72,9%, mas sofreu com EBITDA negativo de R$ 2,4 mi e prejuízo líquido de R$ 27,3 mi, impulsionado por despesas financeiras de R$ 34,0 mi. Com base nos números apresentados, a empresa está em situação financeira frágil, com geração operacional insuficiente para cobrir seus custos e obrigações.
No 2T2025, a INBD apresentou receita de R$ 104,5 mi com margem bruta saudável de 72,6%, mas gerou EBITDA negativo de -R$ 5,8 mi, refletindo custos operacionais elevados. O resultado financeiro de -R$ 33,9 mi (despesas com juros e encargos) levou a uma perda líquida de -R$ 30,9 mi, deteriorando significativamente a rentabilidade. Com base nos números apresentados, o trimestre foi desafiador operacional e financeiramente.
No 1T2025, a INBD apresentou receita sólida de R$ 96,5 mi com margem bruta robusta de 71,6%, mas foi severamente impactada por despesas operacionais e resultado financeiro negativo de R$ 28,3 mi, gerando EBITDA de -R$ 8,3 mi e prejuízo líquido de R$ 36,7 mi. A empresa está em situação financeira frágil, com caixa em níveis adequados (R$ 380,1 mi) mas alavancagem elevada e incapacidade de cobrir juros com resultado operacional.
No 4T2024, a Inbrands apresentou receita de R$ 136,2 mi com margem bruta saudável de 74,7%, mas gerou apenas R$ 12,9 mi de EBITDA (9,4% de margem). O resultado foi negativo em R$ 1,1 mi de lucro líquido, impactado por despesas financeiras de R$ 24,3 mi — um sinal claro de que a dívida está pesando demais nos resultados operacionais. Com base nos números apresentados, o trimestre mostra operações razoáveis, mas saúde financeira fragilizada.
No 3T2024, a INBD registrou receita de R$ 120,0 mi com margem bruta saudável de 71,5%, porém o EBITDA de apenas R$ 4,1 mi (margem de 3,4%) evidencia dificuldades operacionais severas. Um resultado financeiro negativo de R$ 20,2 mi (despesas de juros muito elevadas) resultou em prejuízo líquido de R$ 5,6 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre isolado mostra uma empresa com receita capaz, mas sufocada por custos operacionais e, principalmente, pelo peso da dívida.
No 2T2024, a Inbrands apresentou receita de R$ 107,9 mi com margem bruta saudável de 72,2%, mas gerou EBITDA negativo de R$ 3,6 mi (-3,3%), resultado de despesas operacionais elevadas. O resultado líquido foi negativo em R$ 14,6 mi, impactado principalmente por despesas financeiras de R$ 20,9 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre isolado reflete pressão operacional e financeira significativa.
No 1T2024, a Inbrands apresentou receita sólida de R$ 85,7 mi com margem bruta robusta de 72%, mas foi completamente ofuscada por um EBITDA negativo de R$ 8,9 mi (-10,4%), indicando que as despesas operacionais consumiram todo o lucro bruto e geraram prejuízo. O resultado líquido foi negativo em R$ 25,6 mi (-29,8% de margem), impactado tanto pela ineficiência operacional quanto por despesas financeiras elevadas de R$ 18,5 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre revela uma empresa com modelo de negócio operacionalmente desfavorável neste período.
No 4T2023, a INBD registrou receita de R$ 137,8 mi com margens operacionais saudáveis (EBITDA de 15,1% e EBIT de 14,6%), mas o resultado financeiro negativo de R$ 27,9 mi consumiu todo o lucro operacional, resultando em um lucro líquido modesto de R$ 8,7 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre revela um negócio operacional competente, mas fortemente pressionado pelo endividamento.
No 3T2023, a INBD registrou receita sólida de R$ 127,2 mi com margem bruta mantida em 72,3%, mas o desempenho operacional foi severamente prejudicado por despesas financeiras que geraram prejuízo líquido de R$ 13,2 mi. O EBITDA de apenas R$ 197 mil (margem de 0,1%) revela que a empresa queima praticamente todo o resultado operacional em custos não-caixa, sinalizando dificuldades estruturais.
No 2T2023, a INBD registrou receita de R$ 130,3 mi com margem bruta sólida de 73,4%, gerando EBITDA de R$ 23,9 mi (18,3% de margem). Porém, despesas financeiras de R$ 26,2 mi converteram o resultado operacional em prejuízo líquido de R$ 3,6 mi, sinalizando que a empresa opera bem operacionalmente, mas enfrenta pressão severa do serviço da dívida.
No 1T2023, a INBD apresentou receita sólida de R$ 123,4 mi com margem bruta robusta de 71,1%, mas enfrentou pressão significativa de despesas financeiras (R$ 26,2 mi negativos), resultando em prejuízo líquido de R$ 18,1 mi. Com base nos números apresentados, a empresa gera operações positivas, mas está comprometida por uma estrutura de dívida pesada que consome a lucratividade.