No 1T2026, a IGUA apresentou receita de R$ 1,03 bi com EBITDA de R$ 260,1 mi (margem de 25,4%), operacionalmente saudável.
No 1T2026, a IGUA apresentou receita de R$ 1,03 bi com EBITDA de R$ 260,1 mi (margem de 25,4%), operacionalmente saudável. Porém, um resultado financeiro negativo de -R$ 476,5 mi (despesas com juros e encargos) consumiu todo o lucro operacional, resultando em prejuízo líquido de -R$ 149,7 mi. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta desafio crítico na estrutura de dívida, não na operação.
No 4T2025, a IGUA SA gerou receita de R$ 1,01 bi com EBITDA de R$ 175,3 mi (margem de 17,4%), mas sofreu um resultado financeiro extremamente negativo de -R$ 390,2 mi, resultando em prejuízo líquido de -R$ 149,5 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre evidencia uma operação geradora de caixa operacional, mas severamente impactada pelo custo financeiro da dívida.
No 3T2025, a IGSN gerou receita de R$ 872,9 mi com EBITDA de R$ 159,5 mi (margem de 18,3%), mas foi severamente impactada por despesas financeiras de R$ 371,2 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 137,3 mi. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta crise de rentabilidade apesar da operação gerar caixa.
No 2T2025, a Igua Sa registrou receita de R$ 862,3 mi com margem EBITDA de 14,9%, porém o resultado financeiro negativo de R$ 404,3 mi — causado pela alta dívida e despesas com juros — resultou em prejuízo líquido de R$ 178,1 mi. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta uma situação financeira crítica apesar de gerar caixa operacional.
No 1T2025, a IGSN apresenta receita sólida de R$ 717,5 mi com margens operacionais adequadas (EBITDA de 27,5%), mas é fortemente impactada por despesas financeiras de R$ 409,7 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 161,1 mi. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta severa pressão no resultado final devido ao peso da dívida, apesar da operação gerar caixa.
No 4T2024, a IGSN registrou receita de R$ 703,9 mi com EBITDA robusto de R$ 373,0 mi (margem de 53%), mas foi severamente impactada por despesas financeiras de R$ 342,2 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 26,2 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre revela uma operação forte mascarada por uma estrutura de dívida insustentável.
No 3T2024, a Iguá Saneamento gerou receita de R$ 654 mi com EBITDA de R$ 117,1 mi (margem de 17,9%), mas foi severamente impactada por despesas financeiras de R$ 218,5 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 65,7 mi. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta uma crise de endividamento que anula sua operação rentável.
No 2T2024, a IGSN gerou receita de R$ 611,8 mi com EBITDA de R$ 110,7 mi (margem de 18,1%), demonstrando operação estável. Porém, despesas financeiras de R$ 285,7 mi (resultado negativo) geraram prejuízo líquido de R$ 118,8 mi, refletindo pressão extrema da dívida. Com base nos números apresentados, o trimestre revela operação rentável ofuscada por endividamento insustentável.
No 1T2024, a Igua SA gerou receita de R$ 653,5 mi com margens operacionais respeitáveis (EBITDA de 20,9%), mas foi severamente impactada por despesas financeiras de R$ 284,5 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 106,6 mi. A saúde financeira é frágil: a empresa carrega dívida líquida de R$ 5,78 bi (42,4 vezes o EBITDA trimestral) e consegue cobrir apenas 40% de seus juros com o resultado operacional.
No 4T2023, a IGSN registrou receita de R$ 694 mi com margem EBITDA saudável de 37,1%, mas foi impactada por despesas financeiras elevadas de R$ 238,8 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 21,6 mi. A empresa encerrou o trimestre com caixa robusto de R$ 1,60 bi, mas carrega dívida bruta de R$ 7,15 bi que compromete a saúde financeira geral.
No 3T2023, a Igua SA registrou receita de R$ 543 mi com EBITDA de apenas R$ 41,4 mi (margem de 7,6%), muito abaixo do padrão do setor. O resultado operacional foi severamente impactado por despesas financeiras de R$ 207,7 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 111,4 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre reflete uma empresa em dificuldade operacional e financeira aguda.
No 2T2023, a Iguá gerou receita de R$ 515,3 mi com EBITDA de R$ 54,2 mi (margem de 10,5%), mas registrou prejuízo líquido de R$ 132,6 mi devido a despesas financeiras elevadas de R$ 237,7 mi. A empresa opera com alavancagem muito acima do esperado para o setor, refletindo dificuldade estrutural em servir sua dívida, apesar de manter caixa robusto de R$ 1,55 bi.
No 1T2023, a IGUA apresentou receita de R$ 591,6 mi com EBITDA de R$ 143,1 mi (margem de 24,2%), demonstrando operações estáveis. Porém, um resultado financeiro negativo de R$ 285,1 mi — decorrente de alta dívida e despesas com juros — resultou em prejuízo líquido de R$ 116,1 mi. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta uma situação delicada: gera caixa operacional, mas a estrutura de capital é insustentável.