No 1T2026, a Helio apresentou receita de R$ 79,1 mi com margens operacionais saudáveis (EBITDA de 31,2%), mas foi severamente impactada por despesas financeiras de R$ 62,0 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 57,1 mi.
No 1T2026, a Helio apresentou receita de R$ 79,1 mi com margens operacionais saudáveis (EBITDA de 31,2%), mas foi severamente impactada por despesas financeiras de R$ 62,0 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 57,1 mi. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta uma crise de rentabilidade causada pelo peso da dívida, não pela operação.
No 4T2025, a Helio apresentou receita de R$ 96,7 mi com margens operacionais modestas (EBITDA de 13,0% e EBIT de 11,6%), mas foi fortemente impactada por um resultado financeiro positivo de R$ 35,9 mi, gerando lucro líquido de R$ 46,9 mi (margem de 48,5%) — um trimestre pontualmente lucrativo, mas sustentado por ganhos financeiros extraordinários, não pela operação.
No 3T2025, a Helio (HVSP) apresentou receita de R$ 86,5 mi com EBITDA positivo de R$ 7,9 mi (9,1% de margem), mas foi severamente impactada por despesas financeiras de R$ 111,4 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 109,7 mi. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta crise de endividamento que supera em muito sua capacidade operacional de geração de caixa.
No 2T2025, a Helio apresenta um trimestre contraditório: operação saudável com EBITDA de R$ 17,3 mi (margem de 24,6%), mas devastado por despesas financeiras de R$ 125,5 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 117,9 mi. O problema central não é a geração de caixa operacional, mas o peso da dívida e seus custos.
No 1T2025, a Helio apresenta um paradoxo preocupante: operações saudáveis com EBITDA de R$ 35,0 mi (margem de 46%), mas destruição de valor acionista devido a despesas financeiras de R$ 402,8 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 371,2 mi. A empresa opera com eficiência operacional acima da mediana do setor, mas está severamente alavancada, criando um cenário de risco financeiro elevado.
No 4T2024, a Helio apresentou receita de R$ 75,7 mi com margens operacionais saudáveis (EBITDA de 26,1%), mas um lucro líquido extraordinariamente alto (R$ 353,6 mi, margem de 467%) devido a um ganho financeiro de R$ 306,5 mi — provavelmente uma venda de ativo ou reclassificação contábil. Com base nos números apresentados, o resultado operacional é robusto, mas o resultado total é atípico e não reflete a operação recorrente.
No 3T2024, a Helio apresentou operações sólidas com receita de R$ 73,7 mi e EBITDA robusto de R$ 33,6 mi (margem de 45,6%), mas foi impactada por despesas financeiras extraordinárias de R$ 130,2 mi que inverteram o resultado para prejuízo líquido de R$ 94,6 mi. Com base nos números apresentados, o desempenho operacional é forte, mas a estrutura de dívida e custos financeiros comprometem severamente a rentabilidade do período.
No 2T2024, a Helio (HVSP) apresentou receita de R$ 59,3 mi com margens operacionais sólidas (EBITDA de 33,4%), mas um lucro líquido de R$ 247,6 mi foi inflado por um ganho financeiro extraordinário de R$ 177,0 mi, tornando a margem líquida de 417,2% não representativa da operação. Com base nos números apresentados, a operação está saudável, mas a saúde financeira geral é prejudicada por uma alavancagem extrema (dívida líquida 70,4x o EBITDA).
No 1T2024, a HVSP apresentou receita de R$ 59,0 mi com EBITDA de R$ 20,4 mi (margem de 34,6%), gerando lucro líquido anormalmente elevado de R$ 59,8 mi devido a um ganho financeiro extraordinário de R$ 36,2 mi. Com base nos números apresentados, a operação é saudável, mas o resultado total está inflado por evento não recorrente.
No 4T2023, a Helio apresentou operações sólidas com receita de R$ 60,8 mi e EBITDA de R$ 20,0 mi (margem de 32,8%), mas sofreu um impacto financeiro severo de R$ 56,3 mi em despesas financeiras, resultando em prejuízo líquido de R$ 81,2 mi. A empresa carrega uma dívida elevada (R$ 1,37 bi) que deteriora significativamente a rentabilidade final, apesar da operação ser rentável.
No 3T2023, a Helio (HVSP) apresentou receita de R$ 43,2 mi com margens operacionais sólidas (EBITDA de 34,1%), mas o lucro líquido de R$ 107,3 mi foi inflacionado por um resultado financeiro extraordinário de R$ 78,0 mi, mascarando a realidade operacional. Com base nos números apresentados, a empresa mostra operações estáveis, mas endividamento muito elevado (dívida líquida de 93,5x o EBITDA trimestral) representa risco material à solidez financeira.