No 1T2026, a HBSA gerou receita de R$ 445,2 mi com margens operacionais saudáveis (EBITDA de 27,8%), mas sofreu um resultado financeiro severo de -R$ 118,6 mi, levando a prejuízo líquido de R$ 34,2 mi.
No 1T2026, a HBSA gerou receita de R$ 445,2 mi com margens operacionais saudáveis (EBITDA de 27,8%), mas sofreu um resultado financeiro severo de -R$ 118,6 mi, levando a prejuízo líquido de R$ 34,2 mi. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta pressão de dívida muito elevada e cobertura de juros insuficiente, sinalizando risco financeiro significativo apesar da operação estar gerando caixa.
No 4T2025, a Hidrovias do Brasil registrou receita de R$ 486,2 mi com EBITDA robusto de R$ 290,4 mi (margem de 59,7%), mas sofreu prejuízo líquido de R$ 361,4 mi principalmente por despesas financeiras de R$ 89,4 mi, refletindo pressão extrema na estrutura de capital. A empresa está em situação crítica de solvência.
No 3T2025, a Hidrovias do Brasil (HBSA) apresentou desempenho operacional sólido, com receita de R$ 650,9 mi e EBITDA de R$ 242,7 mi (margem de 37,3%), refletindo boa eficiência produtiva. No entanto, despesas financeiras elevadas (R$ 105,3 mi) comprimem significativamente o lucro líquido para R$ 116,3 mi (17,9% de margem). Com base nos números apresentados, a empresa gera caixa operacional robusto, mas carrega um endividamento que demanda atenção.
No 2T2025, a Hidrovias do Brasil (HBSA) apresentou um desempenho operacional robusto, com receita de R$ 622,4 mi e EBITDA de R$ 231,2 mi (margem de 37,1%), refletindo forte geração de caixa operacional. No entanto, o resultado financeiro negativo de R$ 105,2 mi — reflexo de uma dívida bruta de R$ 3,74 bi — comprimiu o lucro líquido para R$ 81,0 mi (13,0% de margem). Com base nos números apresentados, a empresa demonstra operações saudáveis, mas enfrenta pressão de endividamento elevado.
No 1T2025, a Hidrovias do Brasil gerou receita de R$ 481,6 mi com margens operacionais robustas (EBITDA de 35,2% e EBIT de 27,0%), mas o resultado líquido foi severamente pressionado por despesas financeiras de R$ 78,1 mi, reduzindo o lucro a apenas R$ 23,2 mi (margem de 4,8%). Apesar da operação forte, a empresa enfrenta desafio significativo no endividamento, com dívida líquida de R$ 2,25 bi (13,3x o EBITDA trimestral), refletindo alta alavancagem.
No 4T2024, a Hidrovias do Brasil apresentou uma crise operacional severa, com receita de R$ 60,8 mi ofuscada por prejuízo bruto de R$ 278,9 mi e EBITDA negativo de R$ 67,1 mi. O resultado líquido foi um prejuízo de R$ 446,0 mi, refletindo uma empresa sob stress financeiro extremo. A saúde financeira está comprometida.
No 3T2024, a Hidrovias do Brasil apresentou receita de R$ 489,4 mi com EBITDA de R$ 61,1 mi (margem de 12,5%), mas um resultado financeiro negativo de R$ 70,6 mi levou a um prejuízo líquido de R$ 48,6 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre isolado foi pressionado pelo peso da dívida, embora a operação (EBITDA) tenha gerado caixa.
No 2T2024, a Hidrovias do Brasil enfrentou uma crise operacional severa, com EBITDA negativo em R$ 19,8 mi e prejuízo líquido de R$ 56,2 mi apesar de receita de R$ 401,3 mi. A margem EBITDA de -4,9% e o resultado financeiro negativo em R$ 12,1 mi revelam que a empresa não conseguiu cobrir nem seus custos operacionais, muito menos suas despesas de juros. Veredicto: trimestre claramente insalubre.
No 1T2024, a Hidrovias do Brasil apresentou receita de R$ 401 mi com margem bruta saudável de 25,3%, mas o EBITDA de apenas R$ 25,5 mi (margem de 6,4%) foi insuficiente para cobrir despesas financeiras de R$ 60,8 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 70,9 mi. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta pressão severa no resultado financeiro que anula a geração operacional.
No 4T2023, a Hidrovias do Brasil enfrentou uma crise operacional severa: embora o EBITDA tenha atingido R$ 229,7 mi (margem de 63,5%), a empresa registrou prejuízo líquido de R$ 191,6 mi, impactada por despesas financeiras de R$ 69,3 mi e depreciação/amortização de R$ 313,2 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre isolado reflete uma situação de saúde financeira muito frágil, apesar da geração operacional robusta.
No 3T2023, a Hidrovias do Brasil apresentou desempenho operacional sólido com receita de R$ 487,0 mi e EBITDA de R$ 105,1 mi (margem de 21,6%), refletindo boa geração de caixa operacional. Porém, despesas financeiras de R$ 32,4 mi comprometeram o resultado líquido em R$ 71,3 mi, deixando claro que a alavancagem é um ponto de atenção. Com base nos números apresentados, o trimestre isolado foi positivo operacionalmente, mas moderado pelas altas dívidas.
No 2T2023, a Hidrovias do Brasil (HBSA) apresentou receita de R$ 597,5 mi com margens operacionais robustas: EBITDA de 42,4% e lucro líquido de 19,7%. Contudo, o resultado financeiro negativo de R$ 118,8 mi (despesas com juros e dívida) reduziu significativamente o lucro final. Com base nos números apresentados, a empresa gera caixa operacional forte, mas carrega dívida elevada que comprime rentabilidade.
No 1T2023, a Hidrovias do Brasil apresentou receita de R$ 478,1 mi com margens operacionais robustas (EBITDA de 28,2% e EBIT de 26,4%), evidenciando eficiência operacional. Porém, um resultado financeiro negativo de R$ 100,0 mi — reflexo do alto endividamento — comprimiu o lucro líquido para apenas R$ 20,1 mi (margem de 4,2%), sinalizando fragilidade na rentabilidade final apesar da operação saudável.