No 1T2026, a Hapvida apresentou receita sólida de R$ 1.39 bi com margens operacionais robustas (EBITDA de 40.1% e EBIT de 38.4%), demonstrando eficiência na geração de caixa operacional.
No 1T2026, a Hapvida apresentou receita sólida de R$ 1.39 bi com margens operacionais robustas (EBITDA de 40.1% e EBIT de 38.4%), demonstrando eficiência na geração de caixa operacional. Porém, despesas financeiras elevadas de R$ 457.4 mi transformaram o resultado operacional positivo em prejuízo líquido de R$ 100.7 mi, sinalizando pressão significativa da dívida sobre o resultado final.
No 4T2025, a Hapvida gerou receita de R$ 7,89 bi com EBITDA de R$ 312,1 mi (margem de 4,0%), mas foi severamente impactada por despesas financeiras de R$ 420,6 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 83,7 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre revela uma empresa operacionalmente funcional, mas pressionada por um endividamento pesado que consome toda a geração de caixa.
No 3T2025, a Hapvida gerou receita de R$ 21,35 bi, mas com margens extremamente comprimidas: EBITDA de apenas 1,7% e lucro líquido de 0,4%. O resultado operacional foi insuficiente para cobrir as despesas financeiras de R$ 318,2 mi, gerando lucro líquido de apenas R$ 87,1 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre isolado revela uma empresa com dificuldades estruturais severas na rentabilidade.
No 2T2025, a Hapvida gerou receita de R$ 862,8 mi com margem EBITDA saudável de 20,3%, mas foi severamente impactada por despesas financeiras de R$ 601,8 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 331,5 mi. O resultado operacional foi positivo, mas o peso da dívida transformou o trimestre em negativo para o acionista.
No 1T2025, a Hapvida apresentou receita de R$ 1,47 bi com margens operacionais muito robustas: EBITDA de R$ 701,3 mi (margem de 47,7%) e lucro líquido de R$ 185,9 mi (margem de 12,7%). Porém, despesas financeiras elevadas de R$ 349,9 mi comprimiram significativamente o resultado final, reduzindo o ROE anualizado para apenas 0,4%. Com base nos números apresentados, a empresa opera com eficiência operacional notável, mas o custo da dívida impacta materialmente a rentabilidade.
No 4T2024, a Hapvida registrou receita de R$ 7,41 bi com EBITDA de R$ 405,1 mi (margem de 5,5%), mas encerrou o trimestre com prejuízo líquido de R$ 252,3 mi devido a despesas financeiras elevadas de R$ 221,8 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre isolado revela uma operação geradora de caixa, mas fragilizada por custos financeiros que corroem completamente o lucro operacional.
No 3T2024, a Hapvida registrou receita de R$ 19,74 bi, mas gerou apenas R$ 266,1 mi de EBITDA (margem de 1,4%) — muito abaixo da mediana do setor (14,2%). O resultado financeiro negativo de R$ 360,3 mi levou a um prejuízo líquido de R$ 81,5 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre revela uma empresa sob pressão operacional e financeira.
No 2T2024, a Hapvida enfrentou uma crise operacional severa, com EBITDA negativo de R$ 304,3 milhões (margem de -69,6%) e prejuízo líquido de R$ 374,8 milhões. Apesar de manter receita sólida de R$ 437,1 milhões e margem bruta de 34,3%, a empresa foi devastada por despesas operacionais descontroladas e encargos financeiros de R$ 251,1 milhões, resultando em uma margem líquida de -85,7%. Com base nos números apresentados, o trimestre revela uma empresa em situação crítica operacional.
No 1T2024, a Hapvida apresentou receita de R$ 1,32 bi com EBITDA robusto de R$ 502,9 mi (margem de 38,1%), refletindo operações eficientes em saúde. Porém, despesas financeiras de R$ 375,1 mi comprimiram o lucro líquido para apenas R$ 59,2 mi (4,5% de margem), indicando que o desempenho operacional é excelente, mas o peso da dívida prejudica o resultado final.
No 4T2023, a Hapvida enfrentou um trimestre desafiador, com receita de R$ 24,36 bi, mas margens muito comprimidas: EBITDA de apenas 2,8% e prejuízo líquido de R$ 134,8 mi. O resultado financeiro negativo de R$ 714,4 mi foi o principal responsável pela queda ao prejuízo. Com base nos números apresentados, o trimestre isolado revela uma empresa operacionalmente frágil e sob pressão de juros.
No 3T2023, a Hapvida apresentou receita negativa de R$ 10,13 bi, com EBITDA de R$ 354,5 mi e margem EBITDA de -3,5%, indicando dificuldades operacionais severas. O resultado líquido foi negativo em R$ 98,2 mi, refletindo pressão de despesas financeiras (R$ 423,7 mi) que superaram a geração operacional. Com base nos números apresentados, o trimestre isolado revela uma empresa enfrentando desafios estruturais significativos.
No 2T2023, a Hapvida gerou receita de R$ 12,42 bi, mas apresentou margens extremamente comprimidas: EBITDA de apenas 0,7% e lucro líquido negativo de -2,3%. O resultado operacional foi insuficiente para cobrir despesas financeiras de R$ 455,8 mi, resultando em prejuízo de R$ 286,9 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre reflete uma empresa operacionalmente frágil e dependente de seu caixa abundante para honrar obrigações.
No 1T2023, a HAPV gerou receita de R$ 1.12 bi com margem bruta saudável de 48.6%, mas o EBITDA de R$ 111.1 mi (margem de 10.0%) foi insuficiente para cobrir despesas financeiras de R$ 279.1 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 237.5 mi. A empresa está em situação financeira delicada, com elevado endividamento em relação à geração de caixa operacional.