No 1T2026, a GSHC gerou receita de R$ 193,8 mi com EBITDA de R$ 30,7 mi (margem de 15,8%), demonstrando operações rentáveis.
No 1T2026, a GSHC gerou receita de R$ 193,8 mi com EBITDA de R$ 30,7 mi (margem de 15,8%), demonstrando operações rentáveis. Porém, despesas financeiras de R$ 27,8 mi consumiram quase toda a geração operacional, resultando em lucro líquido de apenas R$ 3,4 mi (margem de 1,7%). A empresa está operacionalmente saudável, mas fortemente alavancada.
No 4T2025, a GSHC gerou receita de R$ 181,6 mi com EBITDA robusto de R$ 74,7 mi (margem de 41,2%), mas foi severamente impactada por despesas financeiras de R$ 39,7 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 47,6 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre mostra operação saudável ofuscada por pressão financeira extrema.
No 3T2025, a GSHC apresentou receita de R$ 190,3 mi com margens operacionais saudáveis (EBITDA de 17,0%), mas sofreu pressão significativa de despesas financeiras que comprimiram o lucro líquido para apenas 2,8% da receita. A empresa enfrenta desafios estruturais de alavancagem que demandam atenção.
No 2T2025, a GSHC apresentou receita de R$ 181,9 mi com margem bruta saudável de 37,8%, porém o EBITDA de R$ 26,4 mi (14,5% de margem) foi consumido por despesas financeiras de alto impacto, resultando em lucro líquido de apenas R$ 5,4 mi (3,0% de margem). A empresa está operacionalmente funcional, mas fortemente alavancada e vulnerável a flutuações nos custos de dívida.
No 1T2025, a GSHC gerou receita de R$ 166,0 mi com margem bruta saudável de 38,2%, mas o EBITDA de R$ 27,7 mi (16,7% de margem) foi severamente impactado por despesas financeiras de R$ 18,9 mi, reduzindo o lucro líquido a apenas R$ 7,0 mi (4,2% de margem). Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta pressão significativa na rentabilidade devido ao alto custo financeiro.
No 4T2024, a GSHC registrou receita de R$ 171,7 mi com margem bruta saudável de 38,4%, mas o EBITDA de R$ 56,9 mi (33,1% de margem) não foi suficiente para cobrir despesas financeiras de R$ 20,0 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 11,4 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre isolado revela uma operação lucativa sendo consumida por custos financeiros elevados.
No 3T2024, a GSHC registrou receita de R$ 180 mi com EBITDA de R$ 37,2 mi (margem de 20,7%), demonstrando operação rentável. Porém, despesas financeiras de R$ 18 mi comprimiram o lucro líquido para R$ 12,6 mi (7% de margem), refletindo o peso da dívida bruta de R$ 804,7 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre isolado mostra rentabilidade operacional sólida ofuscada por alavancagem elevada.
No 2T2024, a GSHC gerou receita de R$ 175,4 mi com EBITDA de R$ 35,0 mi (margem de 20%), demonstrando operações rentáveis. Porém, despesas financeiras de R$ 26,4 mi consumiram quase toda a geração operacional, reduzindo o lucro líquido a apenas R$ 6,0 mi (margem de 3,4%). Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta desequilíbrio entre sua capacidade operacional e o custo da dívida.
No 1T2024, a GSHC gerou receita de R$ 147,4 mi com EBITDA de R$ 24,6 mi (margem de 16,7%), mas o resultado foi fortemente impactado por despesas financeiras de R$ 16,9 mi, reduzindo o lucro líquido a apenas R$ 4,9 mi (margem de 3,3%). Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta pressão significativa da alavancagem, apesar de manter caixa robusto de R$ 460,6 mi.
No 4T2023, a GSHC apresentou receita de R$ 137,4 mi com margens brutas saudáveis (38,8%), mas o resultado foi prejudicado por despesas financeiras elevadas (R$ 21,8 mi negativas), resultando em prejuízo líquido de R$ 2,9 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre isolado reflete pressão financeira que superou a geração operacional.
No 3T2023, a GSHC gerou receita de R$ 393,9 mi com margem EBITDA saudável de 20,4%, mas o resultado foi severamente impactado por despesas financeiras de R$ 58,6 mi, reduzindo o lucro líquido a apenas R$ 16,2 mi (margem de 4,1%). Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta desafio crítico de alavancagem: dívida bruta representa 70% do ativo e 4,5x o patrimônio líquido, comprimindo a rentabilidade operacional.
No 2T2023, a GSHC apresenta uma situação financeira crítica e paradoxal: a receita é negativa em R$ 121,7 mi, gerando prejuízos operacionais e um lucro líquido negativo de R$ 3,3 mi. O resultado financeiro positivo (R$ 18,5 mi) foi insuficiente para compensar as perdas operacionais. Com base nos números apresentados, a empresa está em situação de fragilidade operacional grave.
No 1T2023, a GSHC gerou receita de R$ 121,7 mi com margens operacionais sólidas (EBITDA de 18,9%), mas o resultado foi severamente impactado por despesas financeiras de R$ 18,5 mi, reduzindo o lucro líquido a apenas R$ 3,3 mi (2,7% de margem). A empresa encerra o trimestre com saúde operacional adequada, mas alavancagem elevada limita a geração de valor para acionistas.