No 1T2026, a Escelsa gerou receita de R$ 1,47 bilhão com EBITDA de R$ 221,2 milhões, mas enfrenta margens comprimidas em relação ao setor.
No 1T2026, a Escelsa gerou receita de R$ 1,47 bilhão com EBITDA de R$ 221,2 milhões, mas enfrenta margens comprimidas em relação ao setor. O lucro líquido de R$ 74,9 milhões resulta de uma margem de apenas 5,1%, penalizada por despesas financeiras de R$ 132 milhões. A empresa mantém capacidade de pagamento de juros (1,7x), mas opera abaixo da mediana setorial em rentabilidade.
No 3T2025, a Escelsa registrou receita de R$ 1,47 bi com EBITDA de R$ 208,6 mi (margem de 14,2%), porém o resultado líquido foi modesto em R$ 31,1 mi (2,1% de margem) devido ao alto custo financeiro de R$ 172,6 mi. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta pressão nos juros que comprometem a rentabilidade final, apesar de gerar caixa operacional adequado.
No 2T2025, a Escelsa registrou receita de R$ 1,33 bi com margem EBITDA de 12,8%, porém significativamente abaixo da mediana do setor (25,7%). O resultado financeiro negativo de R$ 112,4 mi comprimiu o lucro líquido para R$ 42,4 mi (margem de 3,2%), sinalizando pressão de endividamento. A cobertura de juros em 1,5x está no limite do aceitável.
No 1T2025, a Escelsa gerou receita de R$ 1,40 bi com EBITDA de R$ 293,9 mi (margem de 20,9%) e lucro líquido de R$ 122,3 mi (margem de 8,7%). A empresa apresenta solidez operacional, mas enfrenta pressão financeira relevante com despesas de juros reduzindo significativamente o resultado final.