No 1T2026, a ENEV gerou receita de R$ 4,68 bi com EBITDA robusto de R$ 1,13 bi (margem de 24,1%), demonstrando operações eficientes.
No 1T2026, a ENEV gerou receita de R$ 4,68 bi com EBITDA robusto de R$ 1,13 bi (margem de 24,1%), demonstrando operações eficientes. O lucro líquido atingiu R$ 635,7 mi, mas o resultado financeiro negativo de R$ 431,7 mi reflete o peso da dívida elevada sobre a geração de valor ao acionista.
No 4T2025, a ENEV registrou receita de R$ 6,05 bi com EBITDA de R$ 671,8 mi (margem de 11,1%), refletindo um trimestre operacionalmente desafiador comparado ao desempenho anual. O resultado líquido de R$ 192,1 mi foi pressionado por despesas financeiras de R$ 403,1 mi, evidenciando o peso da dívida na estrutura de capital. Com base nos números apresentados, o trimestre isolado mostrou margens comprimidas e rentabilidade limitada.
No 3T2025, a ENEVA registrou receita de R$ 4,43 bi com EBITDA de R$ 1,06 bi (margem de 24%), gerando lucro líquido de R$ 544,7 mi. A empresa mantém margens operacionais sólidas, mas enfrenta pressão de despesas financeiras (R$ 373 mi no trimestre), refletindo sua alavancagem moderada. Com base nos números apresentados, o trimestre evidencia operação estável, porém com rentabilidade parcialmente consumida pelo custo da dívida.
No 2T2025, a ENEV apresentou receita de R$ 3,51 bi com EBITDA de R$ 1,01 bi (margem de 28,7%), gerando lucro líquido de R$ 486 mi. A operação é rentável e a empresa mantém posição de caixa robusta (R$ 8,96 bi), mas a alavancagem é elevada com dívida líquida de 10,1x o EBITDA trimestral, sinalizando dependência de fluxo de caixa operacional para reduzir endividamento.
No 1T2025, a ENEVA gerou receita de R$ 4,42 bi com margem EBITDA de 22,0% (R$ 973,3 mi), demonstrando operações estáveis e lucrativas. Porém, despesas financeiras de R$ 253,3 mi comprimiram o lucro líquido para R$ 468,9 mi (10,6% de margem), refletindo o peso da dívida. Com base nos números apresentados, o trimestre mostra solidez operacional, mas pressão financeira significativa.
No 4T2024, a ENEV enfrentou uma queda abrupta de rentabilidade, com EBITDA praticamente zerado (-R$ 1,9 mi) e lucro líquido negativo de -R$ 949,6 mi, impulsionado por um resultado financeiro devastador de -R$ 1,46 bi. Apesar da receita sólida de R$ 4,86 bi e margem bruta robusta de 23,2%, o trimestre reflete sérias dificuldades operacionais e financeiras que comprometem a saúde geral da empresa.
No 3T2024, a ENEV registrou receita de R$ 2,58 bi com EBITDA de R$ 757 mi (margem de 29,3%), demonstrando operações sólidas. Porém, despesas financeiras de R$ 477,8 mi comprometeram significativamente o resultado final, levando a um lucro líquido de R$ 245,4 mi (9,5% de margem). Com base nos números apresentados, a empresa gera caixa operacional robusto, mas enfrenta pressão relevante da alavancagem.
No 2T2024, a ENEV registrou receita de R$ 1,94 bi com EBITDA robusto de R$ 727,2 mi (margem de 37,4%), demonstrando forte geração operacional. Porém, um resultado financeiro negativo de R$ 918,7 mi (despesas com juros e variações cambiais) inverteu o LAIR para -R$ 192 mi, sendo compensado por benefício fiscal de R$ 1,38 bi que resultou em lucro líquido de R$ 1,19 bi. Com base nos números apresentados, o trimestre revela operação saudável ofuscada por pressão financeira severa.
No 1T2024, a ENEV apresentou receita de R$ 2,00 bi com EBITDA robusto de R$ 740,7 mi (margem de 37%), refletindo operações com boa geração de caixa. Porém, o resultado líquido foi de apenas R$ 66,7 mi (margem de 3,3%) devido a despesas financeiras muito altas de R$ 707,1 mi, que consumiram quase todo o lucro operacional. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta pressão significativa da dívida, apesar da operação estar saudável.
No 4T2023, a ENEVA gerou receita de R$ 2,73 bi com EBITDA de R$ 619,9 mi (margem de 22,7%), mas foi fortemente impactada por despesas financeiras de R$ 1,01 bi, resultando em prejuízo líquido de R$ 239,8 mi. A empresa carrega uma dívida líquida elevada (R$ 13,64 bi, equivalente a 22x o EBITDA trimestral), o que compromete a rentabilidade apesar da operação gerar caixa.
No 3T2023, a ENEV apresentou receita de R$ 2,38 bi com EBITDA robusto de R$ 494,5 mi (margem de 20,8%), mas foi impactada por despesas financeiras muito elevadas de R$ 635,5 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 69,4 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre reflete uma operação geradora de caixa, mas sufocada por uma estrutura de dívida pesada.
No 2T2023, a ENEV registrou receita de R$ 2,52 bi com EBITDA de R$ 807,5 mi (margem de 32%), resultando em lucro líquido de R$ 389,9 mi. A empresa mantém operações saudáveis com margens robustas, mas enfrenta pressão financeira significativa com despesas de juros reduzindo o lucro em 38%.
No 1T2023, a ENEV apresentou receita de R$ 2,46 bi com EBITDA de R$ 753,6 mi (margem de 30,6%), demonstrando operações rentáveis. Porém, o resultado financeiro negativo de R$ 435,2 mi (despesas de juros sobre dívida elevada) comprimiu o lucro líquido para R$ 222,7 mi, resultando em margem líquida de apenas 9,0%. Com base nos números apresentados, a empresa gera caixa operacional robusto, mas sofre com alto endividamento.