No 1T2026, a DEXCO registrou receita de R$ 2,02 bi com EBITDA robusto de R$ 554,5 mi (margem de 27,5%), mas enfrentou uma queda acentuada no resultado líquido para R$ 71,9 mi (margem de 3,6%) devido a despesas financeiras de R$ 213 mi.
No 1T2026, a DEXCO registrou receita de R$ 2,02 bi com EBITDA robusto de R$ 554,5 mi (margem de 27,5%), mas enfrentou uma queda acentuada no resultado líquido para R$ 71,9 mi (margem de 3,6%) devido a despesas financeiras de R$ 213 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre mostra operações fortes, porém fortemente impactadas pela estrutura de dívida.
No 4T2025, a DEXCO registrou receita de R$ 2,10 bi com EBITDA robusto de R$ 1,20 bi (margem de 57,1%), porém foi impactada por despesas financeiras elevadas de R$ 222,5 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 48,3 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre evidencia operações saudáveis ofuscadas por pressão financeira.
No 3T2025, a DEXCO apresentou receita de R$ 2.13 bi com EBITDA robusto de R$ 917 mi (margem de 43.1%), mas o lucro líquido foi praticamente zerado (R$ 14.2 mi, margem de 0.7%) devido a despesas financeiras elevadas de R$ 213 mi. Com base nos números apresentados, a empresa gera caixa operacional forte, mas está sendo sufocada pelo peso da dívida no resultado final.
No 2T2025, a DEXCO faturou R$ 2,12 bi com EBITDA de R$ 666,6 mi (margem de 31,4%), refletindo operações sólidas. Porém, o lucro líquido foi apenas R$ 38,5 mi (margem de 1,8%) devido a despesas financeiras de R$ 198,6 mi, que comprimiram o resultado. Com base nos números apresentados, a empresa gera caixa operacional robusto, mas enfrenta pressão da alavancagem elevada.
No 1T2025, a DXCO registrou receita de R$ 1,90 bi com EBITDA de R$ 374,6 mi (margem de 19,7%), demonstrando operações sólidas. Porém, despesas financeiras elevadas (R$ 194,4 mi) comprimiram o lucro líquido a apenas R$ 58,6 mi (3,1% de margem), refletindo pressão da dívida. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta desafio de rentabilidade apesar da geração operacional adequada.
No 4T2024, a DXCO registrou receita de R$ 2.06 bi com EBITDA de R$ 1.07 bi (margem de 51.8%), refletindo operações sólidas. Porém, o lucro líquido de apenas R$ 22.4 mi (margem de 1.1%) revela que despesas financeiras elevadas (R$ 156.3 mi) consomem a maior parte do lucro operacional, deixando pouco para o acionista. Com base nos números apresentados, o trimestre mostra operações eficientes, mas endividamento excessivo prejudica a rentabilidade final.
No 3T2024, a DXCO registrou receita de R$ 2,24 bi com EBITDA robusto de R$ 1,06 bi (margem de 47,5%), mas o lucro líquido foi comprimido para R$ 92,6 mi (4,1% de margem) devido a despesas financeiras de R$ 124,7 mi. Com base nos números apresentados, a empresa demonstra operacional forte, mas é pesada pelo endividamento.
No 2T2024, a DXCO apresentou receita de R$ 2,0 bi com EBITDA robusto de R$ 906,1 mi (margem de 45,4%), demonstrando forte geração operacional. Porém, um resultado financeiro negativo de R$ 154,1 mi comprimiu o lucro líquido para apenas R$ 94,5 mi (margem de 4,7%), sinalizando que o peso da dívida consumiu boa parte do lucro. Com base nos números apresentados, o trimestre reflete uma operação saudável mascarada por pressão financeira.
No 1T2024, a DEXCO gerou receita de R$ 1,94 bi com EBITDA robusto de R$ 408,9 mi (margem de 21,1%), demonstrando operações sólidas. Porém, despesas financeiras de R$ 157,0 mi consumiram todo o lucro operacional, resultando em prejuízo líquido de R$ 35,1 mi e margem negativa de -1,8%. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta desafio significativo no lado financeiro apesar da geração operacional adequada.
No 4T2023, a DXCO reportou receita de R$ 1,95 bi com EBITDA de R$ 1,06 bi (margem de 54,6%), mas enfrentou despesas financeiras elevadas que comprimiram o lucro líquido para R$ 195,4 mi (margem de 10,0%). Com base nos números apresentados, a empresa demonstra operação saudável, mas carrega uma carga financeira significativa que reduz a geração de valor aos acionistas.
No 3T2023, a DXCO apresentou um trimestre sólido com receita de R$ 1,77 bi e EBITDA robusto de R$ 927,9 mi (margem de 52,5%), refletindo operações eficientes no setor de materiais básicos. O lucro líquido atingiu R$ 304,1 mi com margem de 17,2%, demonstrando boa lucratividade. Com base nos números apresentados, a empresa encerrou o trimestre em posição financeira estável, com caixa abundante e alavancagem moderada.
No 2T2023, a DXCO apresentou receita de R$ 1,95 bi com EBITDA robusto de R$ 778,6 mi (margem de 39,9%), refletindo operações eficientes no segmento de materiais básicos. Porém, despesas financeiras elevadas (R$ 186,9 mi) comprimiram o lucro líquido para R$ 157,4 mi (margem de 8,1%), sinalizando que a rentabilidade final fica prejudicada pelo custo da dívida. Com base nos números apresentados, o trimestre mostra operações sólidas, mas alavancagem moderada que restringe o retorno ao acionista.
No 1T2023, a DXCO gerou receita de R$ 1,71 bi com EBITDA robusto de R$ 595,7 mi (margem de 34,8%), refletindo operações eficientes e gestão de custos. Porém, despesas financeiras elevadas de R$ 185,4 mi comprimiram o lucro líquido para R$ 154,3 mi (9,0% de margem), sinalizando que o endividamento é um fator limitante. Com base nos números apresentados, o trimestre revela uma empresa operacionalmente saudável, mas financeiramente alavancada.