No 1T2026, a COMA gerou receita de R$ 221,0 mi com margem EBITDA de 16,7%, abaixo da mediana do setor (21,2%).
No 1T2026, a COMA gerou receita de R$ 221,0 mi com margem EBITDA de 16,7%, abaixo da mediana do setor (21,2%). O grande problema foi o resultado financeiro de -R$ 37,0 mi, que consumiu todo o lucro operacional e resultou em prejuízo líquido de R$ 1,0 mi. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta pressão significativa no custo de capital.
No 3T2025, a COMA apresentou receita de R$ 191,2 mi com margens saudáveis: EBITDA em 31,4% e lucro líquido em 18,8%. O resultado operacional é robusto, com EBIT igual ao EBITDA, indicando ausência de depreciação/amortização significativa. A empresa cobriu seus juros 11,5 vezes com o EBIT, demonstrando conforto na gestão de dívidas. Com base nos números apresentados, o trimestre isolado reflete operações eficientes e lucrativas.
No 2T2025, a COMA registrou receita de R$ 121,0 mi com margens operacionais sólidas (EBITDA de 21,8% e EBIT de 21,8%), mas o resultado líquido de R$ 488,5 mi apresenta inconsistência com os números operacionais devido a impostos excepcionalmente altos (R$ 479,3 mi), gerando uma margem líquida de 403,6% que não reflete a realidade econômica da operação. Com base nos números apresentados, o trimestre isolado mostra operação competitiva, porém com sinais de distorção contábil que demandam investigação.
No 1T2025, a COMA apresentou desempenho operacional robusto, com receita de R$ 103,1 mi e margem EBITDA de 40,7% — significativamente acima da mediana do setor (25,5%). O lucro líquido atingiu R$ 21,1 mi com margem de 20,5%, demonstrando forte conversão de resultado. Com base nos números apresentados, a empresa mostra saúde operacional sólida, mas enfrenta pressão financeira relevante (despesa de R$ 16,1 mi) que reduz a geração líquida de caixa.