No 1T2026, a CBA apresentou desempenho sólido com receita de R$ 2,31 bi e geração robusta de EBITDA de R$ 541,4 mi, refletindo margens operacionais saudáveis de 23,5%.
No 1T2026, a CBA apresentou desempenho sólido com receita de R$ 2,31 bi e geração robusta de EBITDA de R$ 541,4 mi, refletindo margens operacionais saudáveis de 23,5%. O lucro líquido de R$ 341,5 mi (margem de 14,8%) demonstra capacidade de conversão de resultado operacional em lucro, apesar de um resultado financeiro positivo de R$ 122,0 mi que beneficiou o período. Com base nos números apresentados, a empresa está financeiramente estável e operacionalmente competitiva.
No 4T2025, a CBA gerou receita de R$ 2,19 bi com EBITDA robusto de R$ 652,7 mi (margem de 29,8%), mas sofreu prejuízo líquido de R$ 163,5 mi devido a despesas financeiras elevadas (R$ 152,9 mi) e depreciação/amortização. A empresa mantém posição de caixa sólida (R$ 4,46 bi) e dívida líquida baixa (0,1x EBITDA), mas enfrenta pressão operacional no resultado final.
No 3T2025, a CBA apresentou receita de R$ 2,25 bi com EBITDA robusto de R$ 784,1 mi (margem de 34,8%), refletindo forte geração de caixa operacional. O lucro líquido atingiu R$ 131,6 mi com margem de 5,8%, impactado por despesas financeiras de R$ 50,7 mi. Com base nos números apresentados, a empresa mostra saúde operacional sólida, mas margem líquida comprimida pelos custos financeiros.
No 2T2025, a CBAV enfrentou um trimestre desafiador, com receita de R$ 2,00 bi mas resultado operacional negativo: EBIT de -R$ 60,3 mi e lucro líquido de -R$ 72,8 mi, apesar de gerar EBITDA positivo de R$ 279,7 mi. A margem bruta colapsou para 0,9%, sinalizando pressão severa na operação. Com base nos números apresentados, o trimestre isolado reflete dificuldades operacionais que contrastam com a solidez do caixa (R$ 4,20 bi) e posição de dívida líquida negativa.
No 1T2025, a CBA apresentou desempenho sólido com receita de R$ 2,34 bi e EBITDA de R$ 672,2 mi, refletindo margens operacionais robustas (28,7% de margem EBITDA). O lucro líquido atingiu R$ 334,6 mi com margem de 14,3%, demonstrando capacidade de conversão eficiente do faturamento em resultado. Com base nos números apresentados, a empresa encerrou o trimestre em posição financeira estável, com caixa de R$ 4,19 bi e dívida líquida negativa, sinalizando solidez patrimonial.
No 4T2024, a CBA registrou receita de R$ 2,28 bi com EBITDA robusto de R$ 786,3 mi (margem de 34,5%), mas o resultado foi prejudicado por despesas financeiras de R$ 417,1 mi, gerando prejuízo líquido de R$ 55,6 mi. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta pressão financeira severa apesar da operação forte.
No 3T2024, a CBA gerou receita de R$ 2,14 bi com EBITDA robusto de R$ 595,2 mi (margem de 27,9%), mas o trimestre foi prejudicado por despesas financeiras elevadas (R$ 106,1 mi), resultando em lucro líquido modesto de R$ 87,0 mi (4,1% de margem). Com base nos números apresentados, o trimestre isolado mostra operação sólida ofuscada por custos financeiros.
No 2T2024, a CBA registrou receita de R$ 2,06 bilhões com EBITDA robusto de R$ 511,3 milhões (margem de 24,8%), mas foi impactada por despesas financeiras elevadas de R$ 350,8 milhões, resultando em prejuízo líquido de R$ 74,8 milhões. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta desequilíbrio entre sua operação forte e custos financeiros elevados, comprometendo a lucratividade final.
No 1T2024, a CBAV (CBA) apresentou receita de R$ 1,69 bi com EBITDA robusto de R$ 289,4 mi (margem de 17,1%), mas o resultado foi prejudicado por despesas financeiras elevadas de R$ 144,4 mi, gerando prejuízo líquido de R$ 29,5 mi. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta um desafio de rentabilidade apesar de gerar caixa operacional saudável.
No 4T2023, a CBA apresentou uma crise operacional severa, com receita de R$ 1.90 bi ofuscada por um EBITDA negativo de -R$ 207.6 mi (margem de -10.9%) e prejuízo líquido de -R$ 585.8 mi. A empresa está muito abaixo do desempenho setorial e enfrenta deterioração significativa de rentabilidade.
No 3T2023, a CBA gerou receita de R$ 1,86 bi com EBITDA de R$ 378,7 mi (margem de 20,3%), mas enfrentou prejuízo líquido de R$ 263,1 mi devido a despesas financeiras elevadas (R$ 273,8 mi) que superaram o lucro operacional. Com base nos números apresentados, o trimestre reflete pressão nos resultados financeiros apesar da operação gerar caixa.
No 2T2023, a Cbav enfrentou um trimestre desafiador com receita de R$ 1,67 bi, mas margens operacionais deprimidas: EBITDA de apenas 5,6% (bem abaixo da mediana setorial de 18,5%) e prejuízo líquido de R$ 49,6 mi. A empresa está financeiramente sólida em caixa (R$ 5,4 bi), mas o operacional fraco e a alavancagem elevada em relação ao EBITDA trimestral sinalizam dificuldades de geração de valor no período.
No 1T2023, a CBA gerou receita de R$ 1,92 bi com EBITDA de R$ 257,2 mi (margem de 13,4%) e lucro líquido de R$ 89,3 mi (margem de 4,7%). Com base nos números apresentados, a empresa demonstra solidez patrimonial (caixa de R$ 4,96 bi e dívida líquida negativa), mas opera com margens significativamente inferiores ao setor, sugerindo competitividade reduzida no trimestre.