No 1T2026, a Braskem gerou receita de R$ 15,49 bi com EBITDA de R$ 1,65 bi, mas enfrentou desafios significativos: o EBIT foi negativo em R$ 389 mi, refletindo pressão operacional, e o patrimônio líquido é negativo em R$ 16,23 bi, indicando que o passivo supera o ativo.
No 1T2026, a Braskem gerou receita de R$ 15,49 bi com EBITDA de R$ 1,65 bi, mas enfrentou desafios significativos: o EBIT foi negativo em R$ 389 mi, refletindo pressão operacional, e o patrimônio líquido é negativo em R$ 16,23 bi, indicando que o passivo supera o ativo. O lucro líquido positivo de R$ 1,25 bi foi sustentado por ganhos financeiros extraordinários, não pela operação. Com base nos números apresentados, a saúde financeira é frágil.
No 4T2025, a Braskem registrou receita de R$ 16,10 bi, mas enfrentou um resultado extraordinariamente negativo, com lucro líquido de -R$ 11,03 bi, impulsionado por uma provisão massiva de IR+CSLL de -R$ 10,49 bi que não reflete a operação recorrente. O EBITDA operacional de R$ 1,40 bi (margem de 8,7%) mostra que o negócio gera caixa, mas a empresa está sob pressão financeira severa: dívida líquida de R$ 21,37 bi equivale a 15,3x o EBITDA, cobertura de juros de apenas 0,3x, e patrimônio líquido negativo de -R$ 16,50 bi. Com base nos números apresentados, o trimestre revela uma empresa operacionalmente tensa e com estrutura patrimonial comprometida.
No 3T2025, a Braskem enfrentou uma crise operacional severa, com receita de R$ 17,3 bi mas EBITDA negativo em -R$ 837 mi (-4,8% de margem) e prejuízo líquido de -R$ 174 mi. A empresa apresenta um patrimônio líquido negativo (-R$ 3,17 bi) e incapacidade de cobrir despesas financeiras, sinalizando deterioração significativa da saúde financeira no trimestre.
No 2T2025, a Braskem registrou receita de R$ 17,86 bi, mas enfrentou margens operacionais comprimidas: EBITDA de apenas 6,2% (muito abaixo da mediana setorial de 15,6%) e prejuízo líquido de R$ 390 mi. A empresa está operando com dificuldades financeiras significativas, evidenciadas por patrimônio líquido negativo e índice de cobertura de juros crítico.
No 1T2025, a Braskem enfrentou um trimestre desafiador, marcado por margens operacionais extremamente comprimidas e uma estrutura patrimonial crítica. A receita de R$ 19,46 bi foi acompanhada de um EBITDA de apenas R$ 99 mi (0,5% de margem), refletindo pressão severa nos custos. O lucro líquido de R$ 632 mi foi positivo apenas porque o resultado financeiro (ganhos com aplicações) compensou a operação fraca, mascarando a realidade do negócio. Veredicto: trimestre operacionalmente problemático, com saúde financeira geral em nível de alerta.
No 4T2024, a Braskem apresentou receita de R$ 19,15 bi, mas com resultados operacionais e financeiros severamente impactados. O EBITDA de R$ 15,65 bi (margem de 81,7%) sugere geração de caixa operacional forte, mas despesas financeiras de R$ 6,43 bi converteram a operação em prejuízo líquido de R$ 5,89 bi. Com base nos números apresentados, o trimestre isolado reflete uma empresa em dificuldade financeira aguda, apesar da operação em si gerar caixa.
No 3T2024, a Braskem apresentou receita robusta de R$ 21,26 bi, mas com estrutura de custos desafiadora: apesar de gerar EBITDA impressionante de R$ 11,65 bi (margem de 54,8%), o resultado financeiro negativo de R$ 2,33 bi consumiu todo o lucro operacional, deixando a empresa com prejuízo líquido de R$ 869 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre reflete uma empresa operacionalmente forte, mas com dívida elevada que prejudica a rentabilidade final.
No 2T2024, a Braskem enfrentou uma crise financeira severa: apesar de gerar R$ 19,07 bi em receita e um EBITDA robusto de R$ 8,29 bi (margem de 43,5%), a empresa amargou um prejuízo líquido de R$ 3,91 bi, impulsionado por despesas financeiras extraordinárias de R$ 5,86 bi. Com base nos números apresentados, o resultado operacional foi fortemente deteriorado por questões não-operacionais, sinalizando estrutura de dívida sob pressão.
No 1T2024, a Braskem gerou receita sólida de R$ 17,92 bi, mas enfrentou desafios operacionais e financeiros significativos. O EBITDA de R$ 2,15 bi reflete capacidade de gerar caixa operacional, mas foi ofuscado por um resultado financeiro negativo de R$ 2,03 bi — derivado principalmente do custo de sua dívida elevada — resultando em prejuízo líquido de R$ 1,39 bi. Com base nos números apresentados, o trimestre foi fraco em geração de lucro, apesar da receita robusta.
No 4T2023, a Braskem enfrentou dificuldades operacionais severas, com receita de R$ 16,69 bi, mas lucro líquido negativo de R$ 1,75 bi. A margem EBITDA de 9,9% não foi suficiente para cobrir despesas financeiras e depreciação, resultando em prejuízo operacional. Com base nos números apresentados, o trimestre reflete uma empresa em posição frágil.
No 3T2023, a Braskem enfrentou um trimestre desafiador com receita de R$ 16,68 bi, mas margens muito comprimidas: EBITDA em 8,5% (a geração de caixa operacional está baixa) e margem bruta de apenas 3,4%, sinalizando pressão nos custos de produção ou queda nos preços de venda. O resultado foi fortemente negativo, com prejuízo líquido de R$ 2,56 bi, impulsionado por despesas financeiras de R$ 2,41 bi — ou seja, o custo da dívida consumiu praticamente toda a geração operacional. Com base nos números apresentados, a saúde financeira está frágil.
No 2T2023, a Braskem enfrentou uma crise operacional severa, com EBITDA negativo de R$ 1,20 bi (margem de -6,8%) apesar de uma receita robusta de R$ 17,76 bi. O resultado líquido foi negativo em R$ 823,3 mi, refletindo pressão de custos que superou a receita. A empresa permanece estruturalmente frágil neste trimestre.
No 1T2023, a Braskem apresentou receita de R$ 19,45 bi, mas com margens extremamente comprimidas: EBITDA de apenas 2,5% e lucro líquido de 1,2%, sinalizando pressão operacional severa no setor de materiais básicos. Apesar de gerar lucro líquido positivo (R$ 242,4 mi), a empresa carrega dívida líquida de R$ 2,0 bi e enfrentou despesas financeiras elevadas, refletindo exposição a juros. Com base nos números apresentados, o trimestre reflete fragilidade operacional e financeira significativa.