No 1T2025, a Bombril apresentou receita de R$ 397,4 mi com margem bruta saudável de 37,6%, mas o EBITDA de R$ 33,0 mi (margem de 8,3%) ficou significativamente abaixo da mediana do setor.
No 1T2025, a Bombril apresentou receita de R$ 397,4 mi com margem bruta saudável de 37,6%, mas o EBITDA de R$ 33,0 mi (margem de 8,3%) ficou significativamente abaixo da mediana do setor. O resultado líquido foi praticamente nulo (R$ 145 mil), pois despesas financeiras de R$ 32,8 mi consumiram todo o resultado operacional. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta pressão financeira severa apesar da operação gerar caixa.
No 4T2024, a Bombril apresentou receita de R$ 405,7 mi com EBITDA operacional robusto de R$ 108,4 mi (margem de 26,7%), refletindo operações saudáveis. Contudo, um resultado financeiro negativo de R$ 1,71 bi — relacionado a perdas não operacionais, possivelmente imparidade de ativos ou ajustes contábeis — transformou o lucro líquido em prejuízo de R$ 1,61 bi. Com base nos números apresentados, o trimestre isolado revela um negócio operacional viável, porém impactado por uma deterioração patrimonial severa.
No 3T2024, a Bombril registrou receita de R$ 408,2 mi com margem EBITDA de 11,0% e lucro líquido de R$ 21,6 mi (margem de 5,3%). Com base nos números apresentados, o trimestre isolado reflete desempenho moderado, penalizado por despesas financeiras elevadas de R$ 18,6 mi que comprimem a rentabilidade final.
No 2T2024, a Bombril registrou receita de R$ 417,8 mi com margem EBITDA de 14,7%, abaixo da mediana setorial de 16,4%. O lucro líquido foi positivo em R$ 19,9 mi (margem de 4,8%), mas a empresa enfrenta pressão financeira significativa com despesas de juros altas (R$ 29,4 mi), resultando em queda acentuada de rentabilidade.
No 1T2024, a Bombril apresentou receita de R$ 366,1 mi com margens brutas saudáveis (44,4%), mas o resultado final ficou pressionado por despesas financeiras elevadas (R$ 29,6 mi), resultando em lucro líquido de apenas R$ 15,0 mi (margem de 4,1%). Com base nos números apresentados, a empresa gera caixa operacional (EBITDA positivo), mas enfrenta desafios estruturais no balanço patrimonial.
No 4T2023, a Bombril gerou receita de R$ 349,1 mi com EBITDA de R$ 52,7 mi (margem de 15,1%), refletindo operações estáveis no trimestre isolado. Porém, despesas financeiras de R$ 35,9 mi consumiram a maior parte do lucro operacional, resultando em lucro líquido modesto de R$ 16,4 mi (4,7% de margem). Com base nos números apresentados, o trimestre mostra negócio operacional saudável, mas fortemente impactado pelo custo da dívida.
No 3T2023, a Bombril registrou receita de R$ 373,2 mi com margem EBITDA de 17,2% e lucro líquido de R$ 45,3 mi, demonstrando operações rentáveis no trimestre isolado. Contudo, a estrutura patrimonial apresenta vulnerabilidade crítica: patrimônio líquido negativo de R$ 71,9 mi e despesas financeiras elevadas (R$ 40,2 mi), que comprometem o resultado final. Com base nos números apresentados, o trimestre mostra operações saudáveis, mas a saúde financeira geral é frágil.
No 2T2023, a Bombril faturou R$ 339,2 mi com margens operacionais saudáveis (EBITDA de 15,5%), mas enfrentou uma carga financeira pesada de R$ 47,9 mi em despesas com juros e taxas, reduzindo drasticamente o lucro final para R$ 19,6 mi (5,8% de margem líquida). Com base nos números apresentados, a empresa opera com boa eficiência operacional, mas sua estrutura de dívida compromete a rentabilidade.
No 1T2023, a Bombril apresentou receita de R$ 359,3 milhões com margem bruta saudável de 39,5%, mas o resultado foi impactado por despesas financeiras de R$ 29 milhões, levando a um lucro líquido de apenas R$ 18,9 milhões (margem de 5,3%). Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta desafios estruturais: patrimônio líquido negativo de R$ 136,8 milhões e dívida bruta elevada (49,1% do ativo), embora mantenha posição de caixa confortável.