No 1T2026, a Casas Bahia registrou receita robusta de R$ 7,42 bi e margem bruta saudável de 30,3%, mas enfrenta sérias dificuldades operacionais e financeiras.
No 1T2026, a Casas Bahia registrou receita robusta de R$ 7,42 bi e margem bruta saudável de 30,3%, mas enfrenta sérias dificuldades operacionais e financeiras. O EBITDA gerou apenas R$ 250 mi (margem de 3,4%, muito abaixo do setor) e o resultado financeiro de -R$ 1,17 bi converteu o trimestre em prejuízo líquido de -R$ 1,06 bi. O quadro é preocupante: a empresa tem caixa abundante (R$ 15,32 bi), mas está claramente em dificuldade operacional e endividada.
No 4T2025, a Casas Bahia registrou receita de R$ 8,47 bi com margem bruta saudável de 31,5%, mas o EBITDA de apenas 6,6% sinalizou pressão operacional. O resultado foi severamente impactado por despesas financeiras de R$ 557 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 1,53 bi. Com base nos números apresentados, o trimestre reflete uma empresa operacionalmente funcional, mas financeiramente debilitada.
No 3T2025, a Casas Bahia registrou receita de R$ 6,87 bi com margem EBITDA de 5,0%, mas enfrentou prejuízo líquido de R$ 496 mi devido a despesas financeiras de R$ 1,06 bi. Com base nos números apresentados, a empresa está sob pressão operacional e financeira significativa.
No 2T2025, a Casas Bahia gerou receita de R$ 6,87 bi com margem EBITDA de apenas 4,8%, bem abaixo da mediana do setor (15,4%), sinalizando dificuldade operacional. O resultado financeiro negativo de R$ 1,15 bi levou a um prejuízo líquido de R$ 555 mi, apesar da margem bruta saudável de 30,1%. Com base nos números apresentados, o trimestre reflete pressão nos resultados, embora a empresa mantenha posição de caixa forte.
No 1T2025, a Casas Bahia gerou receita de R$ 6,99 bi com margem bruta saudável de 30,2%, mas o EBITDA de apenas R$ 311 mi (margem de 4,5%) revela custos operacionais elevados. O resultado foi negativo em R$ 408 mi, impulsionado por despesas financeiras de R$ 922 mi, sinalizando pressão significativa no curto prazo apesar da solidez patrimonial.
No 4T2024, a Casas Bahia registrou receita de R$ 7,98 bi com EBITDA de R$ 327 mi (margem de 4,1%), mas foi fortemente impactada por despesas financeiras de R$ 921 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 452 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre reflete uma operação geradora de caixa operacional, mas severamente pressionada pelo custo da dívida.
No 3T2024, a Casas Bahia registrou receita de R$ 6,40 bi com EBITDA de R$ 227 mi (margem de 3,5%), mas enfrentou prejuízo líquido de R$ 369 mi devido a despesas financeiras elevadas de R$ 738 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre revela um negócio operacional frágil e severamente impactado pela carga de juros, resultando em rentabilidade negativa.
No 2T2024, a Casas Bahia registrou receita de R$ 6,48 bi com EBITDA de R$ 118,0 mi (margem de 1,8%), resultando em lucro líquido de R$ 37,0 mi (margem de 0,6%). Apesar da receita sólida, as margens operacionais são muito comprimidas e o resultado financeiro negativo de R$ 42,0 mi reduz significativamente a lucratividade — a empresa está gerando receita, mas com pouca eficiência na conversão em lucro.
No 1T2024, a Casas Bahia enfrentou um trimestre muito desafiador, com EBITDA negativo de R$ 6 mi (margem de -0,1%) e prejuízo líquido de R$ 261 mi (margem de -4,1%), apesar de uma receita sólida de R$ 6,35 bi. O resultado operacional deficiente foi agravado por despesas financeiras de R$ 486 mi, sinalizando pressão nos custos e na estrutura de dívida. Com base nos números apresentados, a empresa está em situação crítica no operacional.
No 4T2023, a Casas Bahia registrou receita de R$ 7,41 bi, mas gerou EBITDA negativo de R$ 683 mi (margem de -9,2%) e lucro líquido negativo de R$ 1,0 bi. A empresa está em situação crítica, com custos operacionais e financeiros consumindo toda a margem bruta e gerando destruição de valor.
No 3T2023, a Casas Bahia registrou receita de R$ 6,59 bi com margem bruta saudável de 23%, mas o EBITDA negativo de R$ 620 mi (-9,4%) e prejuízo líquido de R$ 836 mi (-12,7%) indicam sérias dificuldades operacionais e financeiras. A empresa está em situação crítica, apesar de manter caixa expressivo.
No 2T2023, a Casas Bahia registrou receita de R$ 7,49 bi com margem bruta saudável de 28,5%, mas enfrentou EBITDA negativo de -R$ 16 mi e prejuízo líquido de -R$ 492 mi. O resultado foi fortemente impactado por despesas financeiras de R$ 800 mi, sinalizando pressão operacional e de endividamento — a empresa está claramente sob estresse financeiro.
No 1T2023, a Casas Bahia registrou receita de R$ 7,35 bi com margem bruta saudável de 32,1%, mas o EBITDA de apenas R$ 289 mi (3,9% de margem) e despesas financeiras elevadas de R$ 827 mi geraram prejuízo líquido de R$ 297 mi. Com base nos números apresentados, a empresa enfrentou pressão operacional e financeira severa neste trimestre.