No 1T2026, a APRB gerou receita de R$ 219,4 mi com EBITDA de R$ 53,7 mi (margem de 24,5%), demonstrando capacidade operacional sólida.
No 1T2026, a APRB gerou receita de R$ 219,4 mi com EBITDA de R$ 53,7 mi (margem de 24,5%), demonstrando capacidade operacional sólida. Porém, despesas financeiras de R$ 48,0 mi consumiram quase toda a geração operacional, reduzindo o lucro líquido a apenas R$ 3,9 mi (margem de 1,8%). Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta pressão significativa do custo da dívida.
No 3T2025, a Autoregis apresentou receita de R$ 229,3 mi com margem EBITDA de 21,2%, refletindo operações sólidas no trimestre isolado. Porém, despesas financeiras de R$ 33,8 mi comprimiram o lucro líquido a apenas R$ 10,6 mi (margem de 4,6%), indicando que a operação é rentável, mas o custo da dívida corrói significativamente o resultado final.
No 2T2025, a APRB apresentou receita de R$ 211,1 mi com EBITDA robusto de R$ 52,8 mi (margem de 25,0%), refletindo operações produtivas. Porém, um resultado financeiro negativo de R$ 40,0 mi comprimiu o lucro líquido para apenas R$ 12,2 mi (5,8% de margem), evidenciando pressão de endividamento. A cobertura de juros de 1,3x fica abaixo do nível considerado seguro (1,5x), sinalizando vulnerabilidade.
No 1T2025, a APRB (Autoregis) apresentou receita sólida de R$ 208,9 mi com margens operacionais robustas (EBITDA de 25,1% e EBIT de 25,2%), porém o resultado foi devastado por despesas financeiras de R$ 62,8 mi, convertendo um operacional forte em prejuízo líquido de R$ 10,2 mi. A empresa está gerando caixa operacional de qualidade, mas a estrutura de dívida está consumindo todo o lucro gerado.