No 1T2026, a AMOB enfrentou desafios operacionais significativos, com receita de R$ 3,13 bi, mas margens muito comprimidas e prejuízo líquido de R$ 56,8 mi.
No 1T2026, a AMOB enfrentou desafios operacionais significativos, com receita de R$ 3,13 bi, mas margens muito comprimidas e prejuízo líquido de R$ 56,8 mi. Apesar de manter caixa robusto (R$ 4,72 bi), a empresa sofreu com despesas financeiras elevadas (R$ 136,5 mi), resultando em desempenho financeiro claramente negativo.
No 4T2025, a AMOB registrou receita de R$ 3,35 bi, mas enfrentou prejuízo líquido de R$ 55,4 mi, pressionado por despesas financeiras de R$ 138,3 mi — resultado que reflete dificuldades operacionais e elevada carga de juros. Com EBITDA de apenas R$ 92,9 mi (margem de 2,8%), muito abaixo da mediana do setor (16,0%), a empresa apresenta fraqueza competitiva no trimestre isolado.
No 3T2025, a AMOB registrou receita de R$ 3,47 bi com margem bruta de 14,4%, mas enfrentou uma situação operacional crítica: o EBITDA chegou apenas a R$ 4,7 mi (margem de 0,1%), resultando em prejuízo líquido de R$ 166,6 mi. A empresa está significativamente abaixo da mediana do setor em rentabilidade e geração de caixa operacional, sinalizando dificuldades estruturais no trimestre.
No 2T2025, a AMOB registrou receita de R$ 3,0 bi com EBITDA de R$ 82,2 mi (margem de 2,7%), mas enfrentou prejuízo líquido de R$ 28,2 mi devido a despesas financeiras elevadas de R$ 139,5 mi. Com base nos números apresentados, a empresa está em situação financeira frágil, apesar de manter caixa robusto de R$ 4,84 bi.
No 1T2025, a Amob gerou receita de R$ 3,0 bi, mas enfrentou uma combinação crítica de margens operacionais muito comprimidas (EBITDA de apenas 2,8%) e despesas financeiras elevadas (R$ 121,7 mi), resultando em prejuízo líquido de R$ 35,3 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre reflete uma empresa sob pressão operacional e financeira significativa.
No 4T2024, a AMOB registrou receita de R$ 10,04 bi, mas enfrentou desafios operacionais e financeiros significativos: o EBITDA foi de apenas R$ 281,3 mi (margem de 2,8%), bem abaixo da mediana do setor de 15%, e a empresa registrou prejuízo líquido de R$ 43,4 mi devido ao elevado resultado financeiro negativo de R$ 301,1 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre reflete uma empresa operacionalmente frágil, pesada por custos financeiros altos.
No 3T2024, a AMOB registrou receita de R$ 789,1 mi com margem bruta de 12,5%, mas enfrentou EBITDA negativo de -R$ 7,8 mi (-1,0% de margem) e lucro líquido negativo de -R$ 9,6 mi. A empresa está operacionalmente deficitária no trimestre, apesar de manter caixa robusto de R$ 2,94 bi que compensa a dívida bruta, resultando em posição líquida positiva. Veredicto: período fraco operacionalmente, mas com solidez financeira sustentada pelo caixa elevado.
No 2T2024, a AMOB registrou receita de R$ 719,0 mi, mas gerou EBITDA negativo de -R$ 37,7 mi (margem de -5,2%), resultando em prejuízo líquido de R$ 37,3 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre reflete operações deficitárias, apesar da empresa manter caixa robusto de R$ 3,02 bi.
No 1T2024, a AMOB apresentou receita sólida de R$ 687,9 mi, mas com rentabilidade severamente comprometida: o EBITDA colapsou para apenas R$ 422 mil (margem de 0,1%), enquanto o lucro líquido ficou negativo em R$ 15,2 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre reflete crise operacional aguda, apesar da posição de caixa ainda robusta.
No 4T2023, a AMOB enfrentou uma crise operacional severa, com receita de R$ 2,54 bi ofuscada por um EBITDA negativo de R$ 212,1 mi (margem de -8,4%) e prejuízo líquido de R$ 177,6 mi. Com base nos números apresentados, a empresa operou em forte desequilíbrio no período.