No 1T2026, a AESB gerou receita de R$ 1,09 bi com EBITDA robusto de R$ 351,1 mi (margem de 32,1%), mas foi impactada por despesas financeiras elevadas de R$ 236,7 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 17,1 mi.
No 1T2026, a AESB gerou receita de R$ 1,09 bi com EBITDA robusto de R$ 351,1 mi (margem de 32,1%), mas foi impactada por despesas financeiras elevadas de R$ 236,7 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 17,1 mi. Com base nos números apresentados, a empresa opera com forte geração operacional, mas enfrenta pressão significativa da dívida no resultado final.
No 4T2025, a AESB gerou receita de R$ 1,12 bi com EBITDA de R$ 199,8 mi (margem de 17,9%), mas foi severamente impactada por despesas financeiras de R$ 137,8 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 9,4 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre reflete uma operação com geração de caixa operacional positiva, porém sufocada pelo peso da dívida.
No 3T2025, a AESB gerou EBITDA de R$ 190,7 mi com margem de 17,9%, porém foi fortemente impactada por despesas financeiras de R$ 344,2 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 188,9 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre isolado revela uma operação geradora de caixa operacional, mas sufocada por elevado endividamento.
No 2T2025, a AESB apresentou receita de R$ 945,9 mi com EBITDA robusto de R$ 245,4 mi (margem de 25,9%), mas sofreu com despesas financeiras elevadas de R$ 306,5 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 84,8 mi. Com base nos números apresentados, a empresa gera caixa operacional forte, mas é pressionada por dívida pesada e custos de financiamento insustentáveis.
No 1T2025, a AESB gerou receita de R$ 969,9 mi com EBITDA robusto de R$ 296,6 mi (margem de 30,6%), porém sofreu um resultado financeiro negativo de R$ 347,8 mi que converteu o desempenho operacional em prejuízo líquido de R$ 85,7 mi. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta desafio crítico: lucro operacional forte não consegue cobrir o peso da dívida.
No 4T2024, a AESB gerou receita de R$ 1,07 bi com EBITDA de R$ 239 mi (margem de 22,2%), mas foi impactada por despesas financeiras de R$ 256,6 mi que resultaram em prejuízo líquido de R$ 34,4 mi. Com base nos números apresentados, a empresa enfrentou um trimestre operacionalmente adequado, mas financeiramente pressionado pelo alto custo da dívida.
No 3T2024, a AESB gerou receita de R$ 1,10 bi com EBITDA de R$ 180,4 mi (margem de 16,4%), mas teve prejuízo líquido de R$ 73,6 mi devido a despesas financeiras de R$ 241,5 mi. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta pressão de endividamento elevado que consome todo o resultado operacional.
No 2T2024, a AES Brasil registrou receita de R$ 871,9 mi com EBITDA de R$ 162,7 mi (margem de 18,7%), demonstrando operação estável. Porém, um resultado financeiro negativo de -R$ 256,6 mi (despesas de juros elevadas) converteu o lucro operacional em prejuízo líquido de -R$ 108,7 mi. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta dificuldades significativas na gestão de sua alavancagem.
No 1T2024, a AESB gerou receita de R$ 828,6 mi com EBITDA de R$ 157,6 mi (margem de 19,0%), indicando operações com geração de caixa razoável. Porém, um resultado financeiro negativo de R$ 245,4 mi — reflexo de uma dívida bruta elevada de R$ 11,53 bi — converteu-se em prejuízo líquido de R$ 102,4 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre revela solidez operacional ofuscada por pressão financeira severa.
No 4T2023, a AESB apresentou receita de R$ 973.6 mi com margens operacionais robustas (EBITDA de 36.2% e EBIT de 34.5%), mas enfrentou pressão financeira significativa com resultado negativo de R$ 192.8 mi, reduzindo o lucro líquido para R$ 112.6 mi (margem de 11.6%). Com base nos números apresentados, o trimestre revela uma empresa operacionalmente saudável mas carregada de dívida.
No 3T2023, a AESB gerou receita de R$ 908,6 mi com EBITDA de R$ 280,4 mi (margem de 30,9%), demonstrando operação sólida no período. Porém, o resultado financeiro negativo de R$ 150,7 mi comprimiu o lucro líquido para R$ 124,4 mi (margem de 13,7%), refletindo o peso da dívida sobre os ganhos operacionais. Com base nos números apresentados, o trimestre mostra operação adequada, mas com rentabilidade limitada pelo custo financeiro elevado.
No 2T2023, a AESB registrou receita de R$ 763 mi com margens operacionais sólidas (EBITDA de 26,1%), mas o resultado líquido foi comprimido para 4,7% pela forte despesa financeira de R$ 143,9 mi, refletindo o alto endividamento da empresa. Com base nos números apresentados, o trimestre mostra operações eficientes, mas vulnerabilidade financeira.
No 1T2023, a AESB apresentou receita de R$ 786,3 mi com margem EBITDA saudável de 31,0%, acima da mediana do setor (28,4%), demonstrando eficiência operacional. Porém, o resultado financeiro negativo de R$ 144,8 mi (despesas com juros elevadas) comprimiu o lucro líquido para apenas R$ 60,4 mi, refletindo alta alavancagem. Com base nos números apresentados, a empresa mostra operações robustas, mas enfrrentada dívida estrutural significativa que prejudica a rentabilidade final.