No 3T2025, a Alliar gerou receita de R$ 328,3 mi com margem EBITDA de 15,6%, alinhada à mediana do setor.
No 3T2025, a Alliar gerou receita de R$ 328,3 mi com margem EBITDA de 15,6%, alinhada à mediana do setor. Porém, o resultado financeiro negativo de R$ 21,5 mi comprimiu o lucro líquido para apenas R$ 9,6 mi (margem de 2,9%), muito abaixo da média setorial de 10,6% de ROE. Com base nos números apresentados, o trimestre isolado mostra operação funcional, mas com rentabilidade fraca e pressão de juros.
No 2T2025, a Alliar registrou receita de R$ 303,6 mi com margem EBITDA de 10,5%, mas foi impactada por despesas financeiras de R$ 37,9 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 11,5 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre mostra operação geradora de caixa, mas ofuscada por custos financeiros elevados que transformam o resultado em negativo.
No 1T2025, a Alliar gerou receita de R$ 307,1 mi com margem bruta saudável de 23,7%, mas o EBITDA de R$ 24,0 mi (7,8% de margem) foi insuficiente para cobrir despesas financeiras de R$ 39,6 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 21,2 mi. A empresa mantém posição de caixa forte (R$ 734,4 mi), mas enfrenta dificuldade operacional em converter receita em lucro.
No 4T2024, a AALR registrou receita de R$ 300,7 mi com margem EBITDA de 6,9%, porém foi severamente impactada por despesas financeiras de R$ 62,4 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 41,4 mi. A empresa está endividada e com cobertura de juros fraca (0,3x), sinalizando dificuldade para honrar obrigações financeiras.
No 3T2024, a Alliar registrou receita de R$ 317,9 mi com EBITDA de R$ 45,0 mi (margem de 14,2%), mantendo-se alinhada à mediana do setor. Porém, o resultado financeiro negativo de R$ 34,6 mi comprimiu drasticamente o lucro líquido para apenas R$ 3,9 mi (margem de 1,2%), revelando pressão significativa da dívida. Com base nos números apresentados, o trimestre mostra operações estáveis, mas saúde financeira frágil.
No 2T2024, a Alliar registrou receita de R$ 317,7 mi com margem EBITDA de 13,8%, mas o resultado foi severamente impactado por despesas financeiras de R$ 40,3 mi, reduzindo o lucro líquido a apenas R$ 3,2 mi (margem de 1,0%). Com base nos números apresentados, a empresa gera caixa operacional adequado, mas a estrutura de dívida consome quase toda a geração de valor, deixando pouco para o acionista.
No 1T2024, a Alliar apresentou receita sólida de R$ 280,7 mi e margem bruta adequada de 28,7%, mas o desempenho operacional foi severamente prejudicado por despesas financeiras elevadas de R$ 71,1 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 76,8 mi. Com base nos números apresentados, a empresa enfrenta pressão financeira significativa que mascara uma operação subjacente frágil.
No 4T2023, a Alliar apresentou receita de R$ 288,2 mi com margem bruta saudável de 30,4%, mas enfrentou EBITDA negativo de -R$ 26,7 mi (-9,2%) e prejuízo líquido de -R$ 85,4 mi (-29,6%), deteriorado por despesas financeiras severas de R$ 65,7 mi. A empresa está em situação financeira crítica no trimestre isolado.
No 3T2023, a Alliar gerou receita de R$ 302,3 mi com margem bruta saudável de 29,1%, mas o EBITDA de apenas R$ 19,9 mi (margem de 6,6%) ficou muito abaixo da mediana do setor (12,6%). O resultado foi fortemente negativo, com prejuízo líquido de R$ 49,3 mi, impulsionado por despesas financeiras de R$ 57,5 mi. Com base nos números apresentados, a empresa enfrentou um trimestre desafiador, com geração insuficiente de caixa operacional para cobrir seus custos financeiros.
No 2T2023, a Alliar registrou receita de R$ 299,4 mi com margem bruta saudável de 30%, mas gerou EBITDA de apenas R$ 24,9 mi (8,3% de margem), insuficiente para cobrir despesas financeiras de R$ 57 mi, resultando em prejuízo líquido de R$ 50,2 mi. Com base nos números apresentados, o trimestre revela uma empresa operacionalmente funcional, mas destruída por um peso de dívida incompatível com seu fluxo de caixa operacional.
No 1T2023, a Alliar registrou receita de R$ 289,6 mi com margem bruta saudável de 34,3%, mas enfrentou um resultado financeiro severamente negativo de R$ 50,8 mi, levando a um prejuízo líquido de R$ 33,7 mi (-11,6% de margem). Com base nos números apresentados, o trimestre reflete uma empresa operacionalmente funcional, mas fortemente impactada por despesas financeiras que consomem toda a geração operacional.